A Sky rescindiu de forma unilateral um contrato de aquisição da base DTH e a infraestrutura para serviços de IPTV da Oi (OIBR3). O acordo foi assinado em 2020 e, segundo da Sky, está sendo cancelado por não terem sido cumpridas as condições precedentes necessárias para sua efetivação.
Em fato relevante, a Oi informou que vai contestar a ruptura por considerar que ela está em desacordo com os termos do contrato assinado entre as partes, e que realizou sucessivas interações com a empresa, por meio da AT&T, sua antiga controladora, e o e o grupo Werthein, atual proprietário.
“A Oi informa ainda que iniciará uma nova discussão com a SKY quanto às consequências da referida rescisão unilateral, sendo certo que, caso as subsequentes interações se tornem infrutíferas, avaliará as medidas cabíveis para resguardar os seus direitos”, disse a empresa de telefonia, que está em recuperação judicial e hoje é controlada por uma joint venture entre Telefônica Vivo (VIVT3). Tim (TIMS3) e Claro.
Com dívidas estimadas em mais de R$ 20 bilhões, a Oi (OIBR3) anunciou na semana passada ter tomado empréstimo junto ao BTG Pactual (BPAC11) na modalidade DIP, no valor de US$ 300 milhões, com a intenção de melhorar sua estrutura de capital.
Também no mês passado, a Oi (OIBR3) teve aprovado a prorrogação de seu stay period”, que garante o congelamento de todos os processos de execução e cobrança até o dia 11 de dezembro. Em seu balanço do segundo trimestre de 2023, a Oi registrou prejuízo líquido de R$ 845 milhões, receita líquida de R$ 2,168 bilhões. caixa consolidado de R$ 2,6 bilhões e capital de giro positivo, no total de R$ 400 milhões.






