Roberto Lee, CEO da Avenue, participou da 7ª edição da Money Week nesta segunda-feira (7). Durante a sua exposição, ele explicou por que os melhores investimentos estão nas corretoras e falou sobre a importância de expor parte dos seus investimentos no exterior, principalmente nos Estados Unidos.
No painel mediado por Luiz Razia, Lee destacou que o crescimento das corretoras nos últimos dez anos é o resultado do desenvolvimento e amadurecimento do ecossistema de acesso de investimentos formado pelas próprias corretoras, casa de análise, influenciadores financeiros e canais de educação financeira.
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“A partir de 2012 ou 2013, a gente viu florescer um ecossistema de investimentos individuais fora do ambiente estritamente bancário. Nessa época, surgiram algumas casas de análises, o aparecimento muito forte de educadores e influenciadores financeiros, mas fundamentalmente o que a gente viu acontecer foi a distribuição independente de empresas como a EQI Investimentos, por exemplo”, cita Lee.
Com o passar do tempo, todo esse ecossistema do mercado financeiro foi se tornando cada vez mais maduro e independente. Contudo, Roberto aponta mais dois fatores que contribuíram para o desenvolvimento das corretoras: queda na taxa de juros a partir de meados de 2010 e a perda do protagonismo da poupança.
“Durante este período, houve uma trajetória descendente da taxa de juros. Pela primeira vez, no início dos anos de 2010, a poupança, que é um produto tão tradicional entre os brasileiros, começou a perder para a inflação, perdendo o protagonismo frente a outros produtos”, afirma.
Com o aumento da procura de alternativas de investimentos em relação à poupança, Lee relata que na década passada houve um “período de desbancarização”. As pessoas saíram de um ambiente estritamente bancário e avançaram para produtos mais independentes. Inclusive, atualmente, as próprias instituições bancárias são plataformas mais abertas e distribuem produtos de terceiros de uma forma mais natural.
“O que a gente vai ver daqui pra frente nesse desenvolvimento, não só produtos independentes, mas produtos fora do país. Esse é o próximo passo da sociedade investidora”, destaca Lee.
Diante disso, a expectativa é que o brasileiro médio entre de vez em um mundo globalizado, com a possibilidade de acessar investimentos de forma independente e no exterior.
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Roberto Lee destaca o avanço da Avenue
Dentre as corretoras que surgiram deste amadurecimento do mercado financeiro brasileiro uma delas foi a Avenue. Com ela, o investidor tem acesso a opções do mercado americano sem a necessidade de abrir conta no exterior, visto que todo o processo é realizado por aqui mesmo.
Lee ressalta que a Avenue promoveu uma inovação, uma vez que os brasileiros puderam ter acesso seguro aos investimentos no exterior. Anteriormente, havia a percepção de que apenas pessoas extremamente ricas poderiam investir nos Estados Unidos.
Segundo o CEO da Avenue, a corretora conta com mais de 600 mil clientes realizando operações financeiras nos Estados Unidos utilizando a sua conta no Brasil. Durante a sua exposição, ele comentou que os clientes tinham muitas dúvidas de como investir, principalmente em relação a tributação e rentabilidade.
Sobre a último, Lee explica que o investidor tinha a percepção que aplicar o dinheiro no exterior é uma operação de risco, mas, hoje, ele entende que a dolarização do seu patrimônio é uma forma de preservação de capital.
Pensando nisso, os investidores têm centenas de opções em renda fixa e fundos de renda fixa. “Quando a gente vai investir nos EUA, em dólar, temos que entender que o ambiente de renda fixa é o maior do planeta. O ambiente de renda não é apenas americano, mas há opções de empresas e governos de todo o mundo, inclusive do Brasil, que emitem suas dívidas aqui nos Estados Unidos. São os famosos bonds”, explica.
“A gente dá acesso aos nossos clientes a bonds de países, emissões de dívida de empresas americanas e não americanas, ou seja, há renda fixa para todos os tipos”, complementa.
Lee ainda salienta que alta nos juros dos EUA é uma oportunidade que acontece a cada década ou até mesmo em 20 ou 30 anos. “Eu vejo, pessoalmente, que a curva de juro tem subido, ou seja, rentabiliza melhor quem está entrando nesse tipo de ativo”, afirma.
Assista na íntegra o painel e entenda por que os melhores investimentos estão na corretoras. Clique aqui para participar da Money Week.






