O Radar de FIIs traz os destaques do mercado dos Fundos Imobiliários. Confira!
Radar de FIIs: as notícias dos Fundos Imobiliários
Confira as principais notícias dos Fundos Imobiliários do dia, conforme divulgação ao mercado:
AF Invest CRI (AFHI11)
O AFHI11 aprovou sua 8ª emissão de cotas por meio de oferta pública com registro automático, direcionada exclusivamente a investidores profissionais. Inicialmente, serão ofertadas até 838.648 novas cotas, ao valor unitário de R$ 95,48, totalizando até R$ 80,1 milhões.
A operação poderá ser acrescida em até 25% por meio de lote adicional e será permitida a distribuição parcial, desde que haja a subscrição e integralização mínima de 10.516 cotas, equivalente a R$ 1,0 milhão.
BTG Pactual Logística (BTLG11)
O BTLG11 firmou um Memorando de Entendimentos não vinculante para a venda de três ativos de seu portfólio, sendo dois localizados em São Paulo e um em Pernambuco, que somam 102,6 mil m² de ABL. A transação poderá gerar um lucro estimado de cerca de R$ 1,56 por cota, com ganho de capital aproximado de 36% e TIR ao redor de 17% ao ano.
A conclusão da operação ainda depende do cumprimento de condições precedentes usuais, incluindo due diligence satisfatória, negociação e assinatura dos contratos definitivos, além das aprovações internas e regulatórias necessárias.
Vinci Logística (VILG11)
O VILG11 comunicou que tomou ciência do pedido de recuperação judicial do Grupo Toky, controlador das marcas Tok&Stok e Mobly, atual locatário de dois módulos do Extrema Business Park – Bloco I (MG).
Até o momento, não há registros de inadimplência relacionados ao contrato, que possui seguro fiança correspondente a 12 meses de aluguel. Segundo o fundo, um eventual inadimplemento não impacta o guidance de distribuição de rendimentos para o primeiro semestre de 2026, estimado entre R$ 0,80 e R$ 0,87 por cota.
Além disso, o fundo informou a conclusão do reposicionamento comercial do ativo, com a locação de 46,9 mil m² de ABL para novos ocupantes. Com isso, a participação do inquilino na receita imobiliária foi reduzida de 15,0% para 4,5%, enquanto o aluguel médio do empreendimento apresentou elevação aproximada de 3,9%.






