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FGV Ibre: IVAR sobe 0,82% em abril

FGV Ibre: IVAR sobe 0,82% em abril

Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) sobe 0,82% em abril, após alta de 0,81% em março, revela FGV Ibre. Agora, o índice acumula alta de 8,24% nos úlltimos 12 meses

O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) apresentou leve alta de 0,82% em abril de 2022,  que significou estabilidade em relação à taxa mensal de 0,81% registrada em março.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre).

Leia também: Entenda o IVAR, índice de alugueis calculado pelo FGV Ibre

Com esse resultado, o índice acumula agora uma variação de 8,24% em 12 meses. Essa é a maior taxa, nesta base de comparação, desde janeiro de 2019, início da série histórica do índice.

Capitais

Somente Porto Alegre registrou aceleração na taxa de variação mensal do IVAR entre março e abril. As taxas interanuais (abril 22/abril 21), por sua vez,  apresentaram altas em todas as cidades componentes do IVAR entre março e abril:

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  • São Paulo (de 4,09% para 6,54%)
  • Rio de Janeiro (de 7,27% para 8,70%)
  • Belo Horizonte (de 14,11% para 14,87%)
  • Porto Alegre (de 4,98% para 7,17%)

Variações nos aluguéis

A maior variação, entre as quatro capitais analisadas, ocorreu em São Paulo (1,27%), que em março havia registrado aumento de 1,30%. Porto Alegre foi a única capital com alta da taxa de março para abril, ao passar de uma queda nos preços dos aluguéis de 1,25% para uma alta de 0,82% no período.

O Rio de Janeiro apresentou uma queda na taxa, ao passar de 1,44% em março para 0,31% em abril. Já Belo Horizonte passou de uma alta de preços dos aluguéis de 2,32% em março para uma deflação de 0,07% no período.

O que é o IVAR

O IVAR foi desenvolvido para pedir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil com base em informações anônimas de contratos de locação obtidas pelo FGV Ibre junto a empresas administradoras de imóveis.

Os dados são coletados entre o primeiro e o último dia do mês. Durante a pandemia,  quando IGP-M saltou absurdamente e sua aplicação aos contratos de aluguéis se tornou inviável, o índice passou a ser divulgado depois. Nesse cenário, surgiu uma nova opção, lançada pela FGV em janeiro a partir de cálculos que já eram realizados desde 2019, mas com metodologia diferente.