O presidente Donald Trump anunciou, durante a semana, restrições às viagens de países da Europa por um período de 30 dias, mas excluiu o Reino Unido da determinação tomada para se precaver contra o coronavírus.
Na sexta-feira, no entanto, Trump admitiu que até mesmo o Reino Unido poderia ser adicionado às amplas restrições impostas por seu governo.
Quando perguntado por um repórter por que o Reino Unido estava isento das restrições enquanto os casos surgiam, o presidente respondeu:
“Isso foi recomendado a mim por um grupo de profissionais e estamos analisando isso com base nos novos números que estão sendo divulgados. Podemos ter que incluí-los nos países”.
Crise nas companhias aéreas
O surto de coronavírus, aliado às novas regras anunciadas na quarta-feira, levaram as companhias aéreas a entrar em crise e semearam o caos nos aeroportos, enquanto os viajantes tentavam voltar da Europa para os EUA.
As companhias aéreas anunciaram nesta semana cortes profundos em seus horários durante o verão – a estação mais lucrativa – em uma tentativa de reduzir custos à medida que a demanda por viagens cai.
A adição do Reino Unido à lista pode prejudicar ainda mais as transportadoras de ambos os lados do Atlântico, já que elas já foram impactadas pela queda nas vendas de passagens e pelo aumento nos cancelamentos.