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Radar: PETR4 vende de campos; Cogna (COGN3) compra plataforma

Radar: PETR4 vende de campos; Cogna (COGN3) compra plataforma

O radar corporativo desta quinta-feira (10) destaca que a Petrobras (PETR4) concluiu a venda de 100% de suas participações em quatro campos terrestres para a Eagle Exploração de Óleo e Gás Ltda.

Também que o empresário israelense Benjamin Steinmetz, ex-sócio da Vale (VALE3), aponta corrupção e tráfico de influência em negócios na República da Guiné.

A Qualicorp (QUAL3) conclui aquisição da Plural, enquanto a Cogna (COGN3) finalizou a compra da plataforma de avaliação digital Meritt.

Já o Cade impôs condições à aprovação da compra do portfólio da Takeda na América Latina pela Hypera (HYPE3).

A MRV (MRVE3) agora foca também na classe média, com o lançamento da incorporadora Sensia.

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Enquanto isso, Neoenergia (NEOE3)Copel (CPLE6)CCP (CCPR3), Ambev (ABEV3)Alliar (AALR3) anunciaram remuneração por meio de proventos aos acionistas. Veja mais notícias.

Petrobras (PETR4) conclui a venda de campos terrestres na Bahia

A Petrobras (PETR4) anunciou que finalizou a venda de 100% de suas participações em quatro campos terrestres para a Eagle Exploração de Óleo e Gás Ltda.

Os campos estão localizados na Bacia do Tucano, no interior do estado da Bahia.

Após o cumprimento de todas as condições precedentes, a operação foi concluída com o pagamento de US$ 2,571 milhões para a Petrobras, já com os ajustes previstos no contrato.

O valor recebido no fechamento se soma ao montante de US$ 602 mil pagos à Petrobras na assinatura do contrato de venda, totalizando US$ 3,173 milhões.

Ex-sócio da Vale (VALE3) aponta corrupção e tráfico de influência

O empresário israelense Benjamin Steinmetz apresentou duas notícias-crimes contra a Vale, na tentativa de reverter uma sentença da câmara arbitral de Londres que o obrigou a ressarcir a empresa em US$ 2,2 bilhões.

Segundo o Valor, ele acusa executivos da empresa por tráfico de influência e corrupção ativa em transação comercial internacional envolvendo a Vale no projeto de minério de ferro Simandou. Steinmetz era sócio da Vale na República da Guiné. Ele contratou parecer do ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, para embasar as acusações.

Qualicorp (QUAL3) conclui aquisição da Plural

A Qualicorp (QUAL3) anunciou a conclusão da aquisição da Plural Gestão de Saúde e Oxcorp Corretora, realizada em novembro, após obter aprovação da ANS, e o fechamento do acordo de quotistas com os atuais sócios das empresas, com opções de compra e de venda para aquisição dos 25% da participação societária remanescente.

Cogna (COGN3) conclui aquisição de plataforma 

A Cogna (COGN3) emitiu comunicado ao mercado para anunciar a conclusão da aquisição da Meritt, plataforma de avaliação digital.

A Meritt tem mais de 10 anos de experiência e mais de 500 escolas atendidas, além de possuir a maior base de dados da educação básica do Brasil.

A compra, feita por meio da Vasta, vai possibilitar o processo de digitalização das escolas parceiras.

MRV (MRVE3) lança incorporadora Sensia

A MRV (MRVE3) comunicou o lançamento de sua nova marca, a Sensia Incorporadora, focada no público com renda familiar entre R$ 7 e R$ 11 mil.

Segundo a MRV, a nova incorporadora pretende complementar o portfólio e reforçar a plataforma habitacional da MRV.

Hypera (HYPE3): Cade impõe condições à compra de portfólio

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) impôs condições à aprovação da compra do portfólio de medicamentos isentos de prescrição da Takeda na América Latina pela Hypera (HYPE3).

O negócio, que envolveu US$ 825 milhões e abrange as marcas Neosaldina e Dramin, deverá garantir a concorrência de mercado. Isto porque a Hypera já possui a marca Doralgina, concorrente da Neosaldina.

Light (LIGT3) tem novos diretores

A Light (LIGT3) informa que o Conselho de Administração elegeu Daniel Negreiros e Thiago Guth como diretores da companhia, em substituição a Dalmer Souza e Marcus Pimenta.

NEOE3: subsidiária aprova parques de energia solar

A Neoenergia (NEOE3) informou que sua subsidiária, Neoenergia Renováveis S.A., aprovou a construção dos parques de geração de energia solar Parques de Luzia II e III.

O projeto, que contempla os primeiros parques fotovoltaicos de geração centralizada do grupo Neoenergia, foi desenvolvido internamente dentro do pipeline da Neoenergia Renováveis S.A., e está localizado no município de Santa Luzia, na Paraíba.

O projeto apresenta sinergias com o Complexo Eólico de Chafariz e com a linha de Transmissão de Santa Luzia, lote 6 do leilão nº 02/2017 realizado em dezembro de 2017.

Quando concluído, o projeto terá capacidade de 149,3 MWdc. A energia gerada será destinada à comercialização no mercado livre. Assim, já está 100% vendida até 2026 e 20% até o fim de sua vida útil, com destaque para um contrato de longo prazo firmado com a Claro S.A. por 12 anos.

Por fim, a empresa informa que o projeto tem Capex estimado da ordem de R$ 457 milhões e previsão de entrada em operação para o segundo semestre de 2022.

Neoenergia (NEOE3) aprova JCP

O Conselho de Administração da Neoenergia (NEOE3) aprovou o pagamento de Juros Sobre Capital Próprio (JCP) no valor de R$ 266,648 milhões.

O montante será distribuído no valor unitário de R$ 0,2196808408 por ação ordinária, para pagamento até 31 de dezembro de 2021.

Terão direito ao recebimento todos os acionistas constantes da base acionária da companhia em 06 de janeiro de 2021.

Copel (CPLE6) aprova capex de R$ 1,902 bilhão

A Copel, Companhia Paranaense de Energia (CPLE6), comunicou ao mercado que aprovou em reunião do conselho administrativo o montante de R$ 1,902 bilhão destinados ao programa de investimentos para 2021.

Assim, a maior parte do valor será destinada à Copel Distribuição (R$ 1,21 bilhão). Outros R$ 622,8 milhões serão destinados à Copel Geração e Transmissão.

BNDESPar quer levantar R$ 4,4 bi com venda de ações da Copel

O BNDESPar, braço de investimentos em participações acionárias do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vai se desfazer de sua fatia de 24% da Copel, possivelmente no primeiro semestre de 2021, informa o Valor. O banco ainda não tem data para a operação e aguarda um momento oportuno na bolsa. A venda deve movimentar R$ 4,4 bilhões.

Copel (CPLE6) aprova pagamento de JCP

O Conselho de Administração da Copel (CPLE6) também deliberou pela distribuição de Juros sobre o Capital Próprio (JCP) aos acionistas com posição em 28 de dezembro de 2020.

Desse modo, será pago o montante bruto de R$ 807,5 milhões.

O valor do provento será de R$ 2,81832398 por ação ordinária, R$ 3,10015638 por ação preferencial classe “A” e R$ 3,10015638 por ação preferencial classe “B”.

CCP (CCPR3): pagamento de R$ 135 milhões em dividendos

A Cyrela Commercial Properties (CCPR3) aprovou a distribuição de dividendos no valor total de R$ 135 milhões, equivalente ao valor de R$ 0,88441 por ação ordinária.

Terão direito ao dividendo os acionistas da Companhia na data-base de 09 de dezembro de 2020.

Os dividendos serão pagos em moeda corrente nacional, em uma única parcela, até 25 de dezembro de 2020. As ações da Companhia serão negociadas “ex-dividendos”a partir do dia 10 de dezembro de 2020, inclusive.

Sabesp (SBSP3): mudança no cronograma de novas tarifas

A Sabesp (SBSP3) comunicou que foi alterado o cronograma de processo de estrutura tarifária. A análise da proposta da companhia vai até 7/1/21 e não mais até 1/12/20, como anunciado anteriormente.

Pague Menos (PGMN3) anuncia programa de recompra de ações

A Pague Menos (PGMN3) fará um programa de recompra de ações. Com duração de três meses a operação valerá até 10 de março de 2021.

O número máximo de ações a serem adquiridas é de 1,1 milhão. Ou seja, 0,69% das 158.889.134 ações em circulação da Pague Menos.

O processo será coordenador pela XP Investimentos e pela BB Corretora de Seguros.

Ambev (ABEV3) comunica distribuição de JCP

A Ambev (ABEV3) comunicou distribuição de JCP (Juros Sobre Capital Próprio) no valor líquido de R$ 0,3517 por ação.

O pagamento será efetuado em 30 de dezembro com base na posição acionária de 17 de dezembro. As ações passarão a ser negociadas ex-JCP a partir de 18 de dezembro.

A Ambev também celebrou contratos de troca de resultados de fluxos financeiros (equity swap), com referência em ações e ADRs. As instituições financeiras serão definidas pela companhia.

Carrefour (CRFB3) é suspenso do Grupo Ethos

O Carrefour (CFBR3) foi suspenso pelo Instituto Ethos do quadro associativo, após analisar a reação da empresa ao assassinato de um homem negro por seguranças em uma loja em Porto Alegre, segundo O Globo. A companhia já foi retirada também do índice de sustentabilidade da B3 e da S&P.

Bradespar (BRAP4): resgate antecipado de debêntures

A Bradespar (BRAP4) comunicou o resgate antecipado integral de suas debêntures simples, da série única da 7ª  emissão da companhia.

Registradas na CETIP sob código BRAP17, as debêntures tinham vencimento originalmente previsto para 28 de junho de 2021.

Em razão do exercício do resgate antecipado, a Bradespar pagou aos titulares das referidas debêntures o valor de R$ 3.275,903, sendo R$ 3.000,00, equivalente ao saldo do valor nominal unitário e R$ 275,903070 a título de juros remuneratórios.

Em decorrência do processo de resgate antecipado facultativo, as debêntures foram canceladas pela Bradespar.

Alliar (AALR3): remuneração de R$ 10,325 milhões

A Alliar (AALR3) informou que vai distribuir aos seus acionistas o montante total de R$10,325 milhões a título de dividendos.

Assim sendo, a companhia vai pagar o valor unitário de R$ 0,08729755405 por ação, excluídas as ações em tesouraria.

Gafisa (GFSA3) tem alteração acionária relevante

A Gafisa (GFSA3) informou uma alteração acionária importante na companhia.

A empresa recebeu da Planner Corretora de Valores a informação de que fundos de sua gestão atingiram 45.238.488 ações de emissão da Gafisa.

Assim, a posição deles equivale a 15,05% do capital total da Gafisa. Mas a corretora informou que a participação não objetiva alterar a composição de controle ou a estrutura administrativa da empresa.

Alpargatas (ALPA4) aposta nas vendas online

A Alpargatas (ALPA4) pretende integrar todas as lojas da rede Havaianas e da Osklen aos sites de comércio eletrônico da companhia no próximo ano, aponta o Valor. A empresa estuda ainda vendas pelo whatsapp. O plano é aumentar as vendas diretas ao consumidor, que hoje representam 10% a 15% do faturamento.

FBOK34: governo pode reverter compra de Instagram e WhatsApp

Na quarta-feira (9), a FTC (Comissão Federal de Comércio, na sigla em inglês) dos Estados Unidos e 48 autoridades estaduais anunciaram que entraram com dois processos contra o Facebook por monopólio ilegal.

A comissão e os procuradores-gerais dos distritos alegam que o Facebook vem mantendo seu domínio nas redes sociais por meio de uma conduta anticompetitiva praticada há muitos anos que resultou em “lucros exorbitantes”.

São citadas como partes dessa estratégia as compras dos então rivais em ascensão Instagram e WhatsApp pela companhia.

Os negócios com o Instagram ocorreram em 2012, por US$ 1 bilhão, e do WhatsApp, em 2014, por cerca de US$ 20 bilhões. A comissão considera a possibilidade de que isso seja desfeito.

“O Facebook usou seu poder de monopólio para esmagar rivais menores e exterminar os competidores, às custas dos usuários comuns”, disse a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, que lidera a coalizão dos estados.

Airbnb precifica IPO

Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a Airbnb precificou sua estreia na bolsa de valores americana a US$ 68 por ação, acima do teto estimado, que era de US$ 60.