A Profarma (PFRM3) registrou um prejuízo de R$ 4,4 milhões no segundo trimestre de 2020. No mesmo período do ano passado, a companhia havia registrado um lucro de R$ 1,2 milhões.
O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) apresentou recuo de 4,3%. Desse modo, passou de R$ 50,3 milhões no segundo trimestre de 2019 para R$ 48,1 milhões um ano depois.
A margem Ebitda no segundo trimestre de 2020 atingiu 3,9%, queda de 0,6 pontos percentuais frente ao segundo trimestre de 2019.
A companhia destacou que o resultado no Ebitda foi afetado negativamente pelo adiamento do aumento de preço para 1º de junho e pela pandemia.
Já a receita líquida da companhia teve um incremento de 10%, com R$ 1,24 bilhão no segundo trimestre de 2020. Um ano antes, a receita líquida era de R$ 1,13 bilhão.
Resultado financeiro
As despesas financeiras líquidas totalizaram R$ 30,9 milhões ao final de junho de 2020. Isso representa um avanço de 21,4% sobre o segundo trimestre de 2019, negativo em R$ 25,5 milhões.
A companhia destacou, no entanto, que as despesas financeiras bancárias deste trimestre comparadas com o mesmo período do ano anterior, apresentaram uma redução de R$3,7 milhões,compensadas por um aumento nas despesas financeiras não bancárias de R$ 9,2 milhões.
A queda nas despesas financeiras bancárias ocorreu em função da redução das taxas de juros, informou a companhia no balanço divulgado nesta segunda-feira (17).
Caixa e endividamento
A dívida líquida da Profarma em 30 de junho de 2020 era de R$ 470,3 milhões.
Já a relação Dívida Líquida/EBITDA atingiu 2,3 vezes, abaixo do registrado um ano antes, 3,3 vezes..
O fluxo de caixa ajustado teve um incremento de R$ 49,8 milhões.
“Esta geração de caixa nas atividades operacionais esteve relacionada,majoritariamente, ao crescimento de vendas da Companhia no período e ao consumo do estoque adicional feito para a pré-alta’, destacou a Profarma.
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