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PIB dos Estados Unidos apresenta crescimento acima do esperado no terceiro trimestre

PIB dos Estados Unidos apresenta crescimento acima do esperado no terceiro trimestre

O Departamento de Análise Econômica dos EUA aponta que o crescimento foi por causa do gasto dos consumidores, que apresentou o melhor resultado dos últimos quatro anos.

Dados neste mês (outubro) demonstram um crescimento de 3,5% na economia dos Estados Unidos. O Departamento de Análise Econômica dos EUA aponta para esse resultado em função da taxa atualizada e com base na primeira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) referente ao terceiro semestre. Ainda segundo o Departamento, tal crescimento foi impulsionado pelos gastos dos consumidores. O resultado ficou um pouco acima do que esperava a Bloomberg, empresa de tecnologia que gera dados para o mercado financeiro sediada em Nova York. Para a companhia, a expectativa era de que a economia norte-americana crescesse 3,30% no mesmo período. [box type=”info” align=”” class=”” width=””]Entre os principais fatores que contribuíram para esse crescimento no PIB estão os gastos dos consumidores. O indicador cresceu 4% no terceiro semestre de 2018 e esse já é considerado o melhor resultado dos últimos quatro anos. Alguns fatores que contribuíram para que o país alcançasse esse desempenho são a taxa de desemprego baixa, o crescimento dos salários e também os cortes que o governo fez nos impostos no fim de 2017.[/box] No resultado das exportações houve uma redução no terceiro semestre. A taxa anualizada caiu para 3,5%, já as importações subiram em 9,1%. Outro indicador que também se mostrou fraco foi o investimento das empresas. Nesse ponto, os investimentos fixos não residenciais (que envolvem gastos com construção comercial, equipamentos e produtos de propriedade intelectual) refletiram um aumento de 0,8% no fim do terceiro trimestre. Contudo, a taxa anualizada subiu no segundo trimestre e estava em 8,7%.

O setor que se mostrou o maior obstáculo a essa onda de crescimento foi o de habitação, isso pelo terceiro semestre consecutivo. Entre os meses de julho e setembro, o investimento fixo residencial apresentou queda de 4,0% e isso faz com que os norte-americanos tenham que enfrentar um aumento nas taxas de juros de curto prazo, além de contar com um baixo estoque de imóveis e alterações no código tributário do país. O Federal Reserve (o “Banco Central” dos Estados Unidos) está otimista e prevê que a economia do país deve avançar em 3,1% em 2018. Ao mesmo passo, diretores norte-americanos preveem uma redução na taxa de desemprego do país, que deve chegar a 3,7% e uma inflação que deve se manter próxima de 2,1%.