Entre as medidas estão a reforma tributária e a agenda de privatizações
Ao que tudo indica, a semana será marcada pelo pacote de medidas do ministro Paulo Guedes, que prepara a agenda econômica do segundo semestre.
Entre as ações, devem constar a Reforma Tributária e medidas para desburocratização, focadas na produtividade, competitividade e melhores serviços.
e a tão aguardada agenda de privatizações.
A abertura econômica pretendida pelo ministro não é novidade para ninguém, mas estava em stand by em virtude da dificuldade em se aprovar a Reforma da Previdência, considerada o ponto de partida para o equilíbrio das contas públicas.
Sobre a reforma tributária, a proposta do governo, contempla a criação do IVA federal, uma união de PIS, Cofins e IPI, mudanças no IR e a volta da CPMF.
Falando mais especificamente sobre o Imposto de renda, estima-se a redução de 25% para 20% sobre as empresas, taxando lucros e dividendos como medida compensatória.
Para pessoas físicas, o governo propões uma faixa de isenção acima dos atuais R$1.903,98, reduzindo-se também a alíquota máxima, atualmente em 27,5%. No entanto, gastos com educação e saúde seriam eliminados da declaração.
O que certamente gerará muito polêmica é a CP de 0,5% incidente sobre pagamentos, movimentações financeiras e saques em caixas eletrônicos, uma versão turbinada da finada CPMF, que cobrava 0,38%. (Fiipe Teixeira – Wisir Research)
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