Fonte: Poder 360
O Ministério de Minas e Energia (MME) colocou em consulta pública a minuta que estabelece investimentos de R$2,3 trilhões em infraestrutura energética até 2029.
A minuta do Plano Decenal de Expansão de Energia 2029 (PDE 2029) prevê que 77,6% do total investido irá para o setor de petróleo e gás, 19,9% pela área de geração e transmissão de energia elétrica e 2,3% será destinado ao aumento de oferta de biocombustíveis.
O documento é resultado de estudos de planejamento setorial realizado pelas equipes do MME e da EPE. Para o sócio-fundador da Poder 360, Adriano Pires, pensa que o plano necessita de ajustes.
Pires aponta que as projeções do PDE estão “em descompasso com as expectativas do programa Novo Mercado de Gás Natural”. Para ele, a visão dos ministérios em questão “mostra-se bem mais adequada às propostas dos programas de expansão do gás lançados, do que a minuta posta em discussão”.
O PDE 2029 traz uma análise básica para avaliar a competitividade das UTEs a gás natural nacional, considerando apenas “uma redução no preço futuro do gás associado ao pré-sal”, afirma Adriano Pires.
Para os agentes do mercado, a expectativa é que a abertura do mercado favoreça a produção de biogás em regiões do interior do país sem gasodutos, complementando o gás natural.
Para o sócio-fundador da Poder 360, é necessário que “um estudo de planejamento energético deve estar em compasso com as ações do governo, além de considerar as contribuições dos agentes do setor. É fundamental que se considere o planejamento integrado entre os setores elétrico e de gás natural”.
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