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Ibovespa abre em alta; NY recua após decisão do Fed

Ibovespa abre em alta; NY recua após decisão do Fed

O Ibovespa abre em alta de 0,30%, aos 129.689 pontos Os mercados futuros de Nova York e as bolsas europeias reagem em queda ao comunicado do Fomc. Como aguardado pelo mercado, o Copom elevou a taxa Selic de 3,5% para 4,25%. O comitê do Banco Central adiantou que prevê outro reajuste de mesma magnitude (0,75 […]

O Ibovespa abre em alta de 0,30%, aos 129.689 pontos Os mercados futuros de Nova York e as bolsas europeias reagem em queda ao comunicado do Fomc.

Como aguardado pelo mercado, o Copom elevou a taxa Selic de 3,5% para 4,25%. O comitê do Banco Central adiantou que prevê outro reajuste de mesma magnitude (0,75 ponto porcentual) na próxima reunião, que acontece dias 3 e 4 de agosto.

Mas disse que a redução de estímulos pode se acelerar, caso haja uma “deterioração das expectativas de inflação”. Revelou ainda que pode elevar a Selic até 6,5% no fim do ano – o que significaria retirar todo o estímulo monetário até dezembro.

“A grande novidade do comunicado foi a retirada do ‘ajuste parcial’ do comunicado e a indicação de que pode haver aumento maior”, afirma Fernando Siqueira da Infinity Asset. Segundo ele, não deve haver impacto na bolsa nesta quinta-feira, dado que a decisão do Copom já estava precificada pelo mercado. O que deve reagir é o real, em tendência de valorização.

Ficou para hoje a votação da medida provisória de privatização da Eletrobras (ELET6).

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O Ministério da Saúde anunciou que aumentou de 8 milhões para 15 milhões os imunizantes da Pfizer que chegam ao país no mês de julho. Contando com esta remessa, o governo fechou a compra total de 200 milhões de vacinas com a Pfizer, para serem entregues até o final deste ano.

Destaques no Exterior

Como previsto, o comitê do Federal Reserve (Fed) manteve sua política monetária. No entanto, o presidente da instituição, Jerome Powell, afirmou que o banco central americano já começou a discutir de fato uma eventual redução da compra de ativos. Disse também que os juros começam a subir ao longo de 2023 – até então, acreditava-se que os juros seguiriam zerados pelo menos até o início de 2024.

Foi mantido o discurso de que a alta inflacionária é temporária, mesmo que se prolongue por mais um ou dois anos. Ela seria decorrente de uma “demanda inusualmente forte” pós-crise da Covid.

Hoje saem os dados de novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA, que devem continuar em trajetória de queda, indicando recuperação do mercado de trabalho. A projeção é de 359 mil reivindicações, ante 376 mil da semana passada.

Na zona do euro, o Índice de Preços ao Consumidor subiu 0,3% em maio e 2% na base anual, em linha com as expectativas.

Veja as cotações às 10h20:

Mercados de Nova York

  • S&P: -0,23%
  • Nasdaq: -0,33%
  • Dow Jones: -0,17%

Mercados Europa

  • DAX, Alemanha: +0,10%
  • FTSE, Reino Unido: -0,42%
  • CAC, França: -0,03%
  • FTSE MIB, Itália: -0,06%
  • Stoxx 600: -0,30%

Mercados Ásia

  • Nikkei, Japão: -0,93%
  • Xangai, China: +0,21%
  • HSI, Hong Kong: +0,43%
  • ASX 200, Austrália: -0,37%
  • Kospi, Coreia: -0,42%

Petróleo

  • Brent (agosto 2021): US$ 73,98 (-0,55%)
  • WTI (julho 2021): US$ 71,91 (-0,33%)

Ouro

  • Ouro futuro (agosto 2021): US$ 1.781,90 (-4,29%)

Minério de ferro

  • Bolsa de Dalian, China: US$ 190,22 (+1,03%)