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Aprenda a investir da maneira correta: saiba quais os melhores investimentos para 2022

Aprenda a investir da maneira correta: saiba quais os melhores investimentos para 2022

Quais são os melhores investimentos para 2022? Em sua coluna, Valter Manfro explica como aplicar o dinheiro da maneira correta e garantir boa rentabilidade.

O cenário marcado pelas altas das taxas de juros evidencia o bom momento para investir em renda fixa. Em contrapartida, as aplicações em ações mostram-se um pouco mais delicadas, exigindo certa cautela e estudo criterioso para escolher os ativos mais favoráveis. No entanto, independente das circunstâncias, uma pergunta é praticamente unânime entre os investidores: quais são os melhores investimentos para 2022

Neste texto, explico como investir da maneira correta para alcançar os melhores resultados ao longo do ano. Confira!

Como investir da maneira correta? 

Realizar uma aplicação sem a compreensão de como as oscilações do mercado financeiro podem interferir na rentabilidade pode resultar em altos prejuízos ou, em outros casos, rendimentos abaixo do esperado. 

Em compensação, fazer uma aplicação, considerando todas as possibilidades de variação do cenário, é uma forma de garantir uma ótima rentabilidade e a tranquilidade financeira por um longo período.

Como foi o desempenho dos principais ativos em 2021? 

Antes de explicar quais são os melhores investimentos para 2022, é importante entender como foi o desempenho dos principais títulos no ano anterior. Veja como os diferentes ativos performaram em 2021. 

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  • Ouro (OZ1 spot): – 3,51%
  • Dólar (BRL/USD): + 7,25%
  • Renda Fixa atrelados à Inflação (IMA-B 5): + 4,57%
  • Ações Ibovespa: – 11,93
  • Juros CDI: + 4,39%
  • Fundos Multimercados (IFMM): 2,74%
  • Fundos Imobiliários (IFIX): -2,28%
  • Ações EUA (S&P 500): +26,89%
  • Small Caps (SMLL): – 16,19% 

O interessante é que, há algum tempo, muitos desses ativos registraram fortes altas, oferecendo boa margem de lucros aos investidores. Mas por que isso aconteceu? 

melhores investimentos: foto de calculadora, régua e moedas

Reprodução/Pixabay

Quais foram os melhores investimentos desde 2011? 

Para esclarecer alguns acontecimentos do mercado, desenvolvi um estudo referente ao desempenho dos ativos nos últimos dez anos (2011 a 2021). A partir desse levantamento foi possível observar como a rentabilidade de alguns títulos sofreu variações de um período para outro. 

Os Fundos Imobiliários, por exemplo, apresentaram resultados expressivos nos anos 2011, 2012 e, sobretudo, de 2016 a 2019, embora o retorno desse ativo tenha sido menor em 2018. No entanto, o desempenho dos fundos foi negativo nos últimos dois anos. 

Já o Ouro foi um ativo que se valorizou bastante em alguns anos, mas que também registrou saldos negativos em outros períodos. Assim como as Small Caps, que apresentaram altas e baixas de 2011 a 2021. 

Em relação às ações brasileiras, elas registraram saldos muito negativos em 2011, 2012, 2014, 2015, além das fortes quedas no ano passado. Contudo, apresentaram boas e ótimas performances nos demais anos. 

Com esses dados é possível concluir que os melhores investimentos em um ano podem não ser os mais viáveis em outros anos, e vice-versa. 

Além disso, vale lembrar que muitas fontes de informação se equivocam no momento de publicar suas análises e previsões, levando ao investidor projeções que, em muitos casos, não condizem com o que acontece no mercado. 

Em 2009, por exemplo, uma importante revista indicou que o Brasil “decolaria” nos anos seguintes. Entretanto, o que vimos foi totalmente o contrário: o país passou por uma grave crise nos cinco anos que se sucederam após essa publicação (2010 a 2015). Durante esse período, a bolsa caiu de 73 mil pontos para 50 mil pontos. 

Já em 2015, outro veículo divulgou que a crise no Brasil se perpetuaria por muito tempo. Nos anos posteriores, porém, o país começou a se recuperar e a bolsa subiu significativamente, chegando a bater 113 mil pontos em 2019. 

Fora esses dois exemplos, existem vários casos em que as mídias publicaram análises que não se confirmaram. Por isso, afirmo: é difícil prever para onde o mercado vai e quais são as aplicações mais viáveis para cada momento. 

Considerando isso, explico a seguir quais são os melhores investimentos para 2022

Quais são os melhores investimentos para 2022? 

A escolha dos melhores investimentos para 2022 só é possível a partir da composição de uma carteira diversificada, de acordo com o perfil do investidor. Dessa forma, não é aconselhável que ele procure em demasia pelas melhores aplicações, mas que busque alocar seus recursos de forma mais adequada. 

Portanto, o investidor deve compor seu portfólio com ativos condizentes ao seu perfil e aos seus objetivos, que proporcionem resultados expressivos. 

Confira como escolher os melhores investimentos para 2022, levando em conta os perfis conservador, moderado e sofisticado. 

Melhores investimentos para 2022 para cada perfil 

Para investidores de perfil moderado, a melhor maneira de organizar uma carteira é aplicando em ativos de renda fixa. Sendo assim, o mais viável é alocar 50 % em investimentos pós-fixados, 25% em prefixados e 25% em títulos atrelados à inflação. 

Já para quem tem o perfil moderado, o portfólio mais adequado é composto por 60% dos ativos em renda fixa (20% em pós-fixados, 20% em prefixados e 20% atrelados à inflação), 15% em fundos multimercados, 15% em renda variável e 10% em aplicações no exterior. 

E para investidores sofisticados, com maior aceitabilidade aos riscos, a carteira de investimentos deve ser formada por 50% dos ativos em renda fixa (15% pós-fixados, 15% prefixados e 20% atrelados à inflação) e o restante do portfólio pode ser constituído por 25% das aplicações em renda variável, 15% em ações no exterior e 10% em fundos multimercados. 

Por que é melhor apostar em uma carteira diversificada? 

Muitas pessoas questionam o motivo de montar um portfólio diversificado ao invés de escolher as melhores opções de investimento. A resposta é simples: as carteiras organizadas, de acordo com o perfil do investidor, performam melhor que o Ibovespa e o CDI

Além disso, o cenário brasileiro é outro fator crucial no momento de escolher as aplicações, uma vez que as altas taxas de juros possibilitam maiores investimentos em renda fixa, permitindo assim uma ótima rentabilidade. Em outras palavras: no Brasil é possível obter uma boa margem de lucro, mesmo com baixa exposição aos riscos. 

Nos Estados Unidos, por outro lado, os juros da renda fixa são muito baixos, fazendo com que os investidores aloquem seus recursos em títulos que estão mais suscetíveis às variações do mercado. 

Vale destacar que uma carteira diversificada oferece a oportunidade de balancear o portfólio. Sendo assim, quando a bolsa performa em baixa, o dinheiro em renda fixa pode ser resgatado e investido em ações que estão com o preço inferior. De outra forma, em situações em que a bolsa está em alta, é plausível vender as ações e voltar à renda fixa. 

Assista ao meu vídeo completo sobre os melhores investimentos para 2022!

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