Nelas estão concentradas 9% da população mundial e 30 trilhões de dólares do Produto Interno Bruto
Uma megalópole pode ser entendida como uma região extremamente urbanizada, que agrega ao seu redor metrópoles, regiões metropolitanas e pequenas cidades. É onde se reúne boa parte da população e dos serviços de um país.
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Atualmente no Brasil temos somente uma megalópole identificada, que inclusive é a única da América Latina. Ela compreende o eixo Rio-São Paulo que liga o complexo metropolitano do estado de São Paulo com a região metropolitana do Rio de Janeiro.
Os principais centros urbanos integrantes dessa megalópole são:
- São Paulo;
- Rio de Janeiro;
- Campinas;
- Jundiaí;
- Piracicaba;
- Santos;
- São José dos Campos;
- Sorocaba;
- Duque de Caxias;
- Volta Redonda;
- Petrópolis;
- Niterói.
Apesar do conceito de megalópole não ser muito discutido, sua relevância não pode ser ignorada nos assuntos nacionais, regionais e urbanos.
Isso porque são nas megalópoles que se concentram cerca de 35% da produção econômica global, de acordo com o relatório da consultoria Euromonitor, divulgado na última semana pela revista Exame.
“Elas sediam as instituições líderes na política, na educação e nos negócios e assim tem uma influência enorme na direção da economia global”, escreve a Euromonitor.
Ao todo, existem atualmente 20 megalópoles espalhadas pelo mundo. Nelas estão concentradas 9% da população mundial e 35% do PIB (Produto Interno Bruto) global, o que corresponde a 30 trilhões de dólares.
A América do Norte concentra nove delas, incluindo a maior de todas: Boston-Washington, com um PIB de US$ 4,5 trilhões.
Já na Ásia-Pacífico tem sete, Europa possui três e na América Latina, uma megalópole.
A integração efetiva promovida pela megalópole pode beneficiar uma série de agentes econômicos. O governo, por exemplo, ao tomar a iniciativa de estabelecer de planos de desenvolvimento regionais pode desencadear efeitos positivos no meio econômico e social.
Nesse caso, os consumidores podem se beneficiar de melhores ligações de transporte, provocando, por sua vez, mercados imobiliários mais robustos.
Uma infraestrutura melhor pode abrir novos mercados para as empresas e melhorar a mobilidade de mercadorias, beneficiando as empresas. É o que diz o relatório da Euromonitor.
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