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Maia disse que não tinha intenção de reeleição e quer retomar votações

Maia disse que não tinha intenção de reeleição e quer retomar votações

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira (07), em entrevista ao GloboNews, que nunca teve a intenção de disputar a reeleição do comando da Casa.

No domingo (06), o STF encerrou a julgamento e a maioria dos ministros foi contrária à possibilidade de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre (DEM-AP) disputarem a reeleição à presidência de suas respectivas Casas Legislativas.

Na entrevista, Maia falou que sempre defendeu e respeitou os resultados dos julgamentos do tribunal. Para ele, a decisão deste domingo reforçou sua intenção de construir seu sucessor para o comando da Câmara.

Além disso, Maia disse que ser impossibilitado de se reeleger significa que “o processo eleitoral e qualquer risco de minha candidatura acabaram para o governo”. “Agora vamos sentar à mesa e votar as pautas”, afirmou;

Retomada da pauta de votações

Conforme Maia, a decisão do STF impulsionou a vontade de trabalhar nas reformas prometidas. O presidente da Câmara reforçou diversas vezes a necessidade da retomar pautas importantes, segundo reportagem do G1.

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Por conta do período eleitoral e a incerteza sobre a reeleição de Maia e Alcolumbre, as negociações de pautas estão paradas.

“Vamos agora acabar com as desculpas, sentar na mesa e aprovar o que é importante”, afirmou. Maia também mencionou a PEC Emergencial entre as pautas que devem ser priorizadas. De acordo com ele, se for necessário, trabalhará em janeiro.

Barrados

No sábado (05), oito ministros do STF já haviam votado sobre a possibilidade de haver reeleição para as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado. 

O ministro Nunes Marques foi o único que deu um voto “intermediário”. Ou seja, entendeu que só deve haver uma reeleição para os cargos. Assim, favoreceu a candidatura de Davi Alcolumbre, mas não a de Rodrigo Maia.

Admitiram a possibilidade de reeleição os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes. Votaram contra Marco Aurélio de Mello, Cármen Lúcia e Rosa Weber. Nunes Marques defendeu a regra intermediária.

Na noite de domingo, os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e o presidente do STF, Luiz Fux foram registrados. Todos estes foram contrários.

A votação termina oficialmente no dia 14 de dezembro. Portanto, todos os ministros têm a possibilidade de mudar de posicionamento até lá.

 

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