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Líder do governo diz que teto de gastos será mantido e acalma mercado

Líder do governo diz que teto de gastos será mantido e acalma mercado

O senador Eduardo Gomes, líder do governo no Congresso, acalmou o mercado nesta terça-feira, ao afirmar que o teto de gastos “não será flexibilizado”.

Segundo Gomes, o mecanismo, criado há quatro anos para impedir que os gastos públicos subam mais do que a inflação do ano anterior, será respeitado, apesar da pressão de parte dos parlamentares.

“O governo não vai flexibilizar o teto. Vai buscar espaço fiscal com reforma tributária, com reforma administrativa, com a consolidação de outros projetos. Não haverá sob hipótese nenhuma análise no Congresso de flexibilização de teto. Essa é a análise hoje. Pode ser que mude amanhã. Mas hoje é isso”, afirmou.

Mercado se acalma com notícia sobre teto de gastos

A declaração de Eduardo Gomes, apesar de dar brechas para uma mudança de cenário, foi suficiente para o mercado se acalmar, pelo menos por enquanto.

Antes de o senador se pronunciar, o dólar, que vinha em queda, registrou alta no fim da sessão, enquanto a Bolsa de Valores, por sua vez, registrou baixa.

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Ao abordar outros pontos da PEC emergencial, e se eles correm risco, o senador divagou, e avisou que “tudo isso vai ser discutido no momento adequado”.

“Neste primeiro momento, não. Porque, neste primeiro momento, está sendo apresentada no Senado, pode sofrer alterações no debate do Senado, e até na discussão na Câmara no ano que vem. O que a gente está sinalizando é que, aos poucos, o Congresso volta a votar”.

A votação da reforma tributária, por sua vez, deverá ser postergada para 2021, pois, de acordo com o parlamentar não há mais tempo hábil para o assunto ser discutido neste ano.

“Há um esforço, mas a gente sabe que a lógica demonstra que temos muito pouco tempo, e é possível que a gente tenha de fazer um mês de fevereiro muito diferente em termos de ritmo de de votação, pelo que a gente não conseguiu votar neste ano”.

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