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Jornais | Desalento ainda atinge 4,8 milhões de pessoas no país, e Educação será investigada

Jornais | Desalento ainda atinge 4,8 milhões de pessoas no país, e Educação será investigada

O desalento ainda atinge 4,8 milhões de pessoas no país, e o Ministério da Educação será investigado. Estas são algumas das manchetes do dia.

O desalento ainda atinge 4,8 milhões de pessoas no país, e o Ministério da Educação será investigado. Estas são algumas das manchetes que permeiam o noticiário desta sexta-feira (25).

De acordo com o Valor Econômico, em relação ao desalento das pessoas, a incidência maior da desesperança ocorre nos grupos mais vulneráveis, como jovens, pessoas com menor escolaridade, mulheres e negros, segundo levantamento da consultoria IDados.

Já em se tratando da Educação, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou investigação na pasta por conta de denúncias de pedido de propina por parte de pessoas ligadas ao órgão com o objetivo de liberar verbas a Estados.

O jornalão de economia elenca, ainda, que o G7 – o grupo dos sete países mais poderosos do mundo – tenta impedir a venda de reservas de ouro da Rússia.

O Globo, por sua vez, destaca que o STF vê fatos gravíssimos e dá aval a investigação sobre o ministro Milton Ribeiro.

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autoriza reajuste por idade a planos de saúde coletivos.

O Estadão informa que para a ministra Carmen Lúcia, do STF, há notícia de fatos gravíssimos na condução do ministério da Educação.

Em se tratando da Petrobras, o periódico elenca que altos salários e regalias atravessam governos.

A Folha de S.Paulo destaca que a reprovação ao governo cai, e Bolsonaro reduz desvantagem. Isso porque dianteira de Lula sobre presidente em eventual 2º turno recua de 29 a 21 pontos, mostra Datafolha.

O jornalão informa, ainda, que desonerar diesel pode tirar R$ 16,6 bilhões da arrecadação.

Por fim, elenca que o ministro da Educação, Milton Ribeiro, manteve repasse a pastores após denúncia à Controladoria Geral da União (CGU).

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Internacional

Conforme noticiado mais cedo pelo Euqueroinvestir.com, os Futuros de Nova York operam em baixa nesta manhã de sexta-feira (25) com os Estados Unidos (EUA) subindo o tom contra a Rússia por conta da invasão à Ucrânia.

O presidente norte-americano Joe Biden disse, ontem, em Bruxelas, na Bélgica, que se Vladimir Putin utilizar armas químicas no confronto, os EUA vão responder à altura.

Acontece que até o momento os soldados cedidos à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) foram destacados para a fronteira da Polônia e outros países do entorno.

Entretanto, nenhum desses militares teve autorização para entrar na guerra em defesa do país invadido. O Ocidente tenta neutralizar o Kremlin por meio de sanções econômicas, e novas restrições foram anunciadas ontem.

Enquanto a guerra acontece, os representantes do Ocidente colocam um olho sobre o Leste Europeu e o outro sobre a Ásia, mais precisamente sobre a China. Ainda há esperança de que Xi Jinping não tome lado com os russos e, mais que disso, se posicione contrário ao conflito bélico.

A Rússia, por sua vez, tenta avançar, perde algumas posições importantes, recuperadas pela valentia de soldados ucranianos e mercenários que se colocaram no front, ganha outras posições e tenta se equilibrar economicamente recorrendo à China, Índia e Turquia.

Importante ressaltar que existem três guerras ocorrendo em paralelo: a militar, a midiática e a econômica. Esta última terá sequelas permanentes para a Rússia e o resto do mundo por décadas. Já a midiática é tão perigosa quando a militar. O investidor deve se ater a isso também.

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