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Jornais | Maior parte das ações na bolsa acumula queda, e guerra aumenta risco de uma “crise de fome”

Jornais | Maior parte das ações na bolsa acumula queda, e guerra aumenta risco de uma “crise de fome”

A maior parte das ações na bolsa acumula queda, e a guerra no Leste Europeu aumentou o risco de uma “crise de fome”. Estas são algumas das manchetes do dia.

A maior parte das ações na bolsa acumula queda, e a guerra no Leste Europeu aumentou o risco de uma “crise de fome”. Estas são algumas das manchetes que permeiam o noticiário desta terça-feira (17).

De acordo com o Valor Econômico, em relação às ações, no ranking das maiores perdas desde o início de 2021, os destaques são ações ligadas à economia local, em especial as de varejo, como Magazine Luiza (-82,15%), Via (-81,93%) e Americanas (-68,01%)

Em se tratando da guerra da Ucrânia, o jornalão informa que, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), chega a 23 o número de países que restringem as exportações de alimentos; a Índia é o mais recente, na esteira de uma onda de calor recorde que destruiu boa parte de sua safra.

O periódico também traz que o biogás deve ter R$ 60 bilhões até 2030. Um total de 25 novas usinas anunciou esse montante em investimentos até 2030, para ofertar 30 milhões de m³/dia – de um potencial que superaria os 120 milhões de m³/dia, segundo a gerente-executiva da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), Tamar Roitman.

Já O Globo destaca que o chefe do Poder Executivo planeja novas trocas na cúpula da Petrobras. Três diretorias e até a presidência da estatal podem ter mudanças.

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Também traz que a piora na economia chinesa deve afetar o Brasil.

E acrescenta que alas do PSDB travam embate em torno de candidatura de Doria.

O Estadão, por sua vez, informa que proposta que recria privilégio no Judiciário tem avanço no Senado. Pacheco pretende colocar em pauta a PEC do quinquênio, que reajusta salários a cada 5 anos.

O diário informa, ainda, que Doria planeja ofensiva na Justiça para assegurar candidatura.

Também elenca que cidade de SP deixa de exigir passaporte da vacina e afrouxa uso de máscara.

A Folha de S.Paulo destaca que partidos veem risco de golpe na eleição presidencial, e autoridades calam. Chefes de Legislativo e Judiciário não se manifestam; presidente diz que eleição pode ser conturbada.

O jornal da Barão de Limeira traz ainda que a produtividade do brasileiro só cresce na agropecuária.

Também informa que a conta de luz explode e deflagra debate sobre redução de preço.

mercados

Internacional

Conforme noticiado mais cedo pelo Euqueroinvestir.com, os mercados operam em terreno positivo nesta terça-feira (17) com o Federal Reserve (Fed, espécie de banco central dos EUA) sinalizando aumento de 50 pontos base para os juros.

O objetivo da autoridade monetária norte-americana é conter a inflação que está corroendo o poder de compra do trabalhador.

Para se ter ideia do cenário, a inflação anual nos EUA chega a 8,5% e é a maior em 41 anos. Isso mostra que os custos de alimentação, gasolina e moradia dispararam. Os preços subiram 1,2% em março ante fevereiro, segundo o Departamento do Trabalho.

Em relação à política externa, a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, pressiona o primeiro-ministro polonês sobre acordo fiscal global. A Polônia tem sido o principal obstáculo europeu em um acordo de política tributária.

Em se tratando do conflito no Leste Europeu, a Organização das Nações Unidas (ONU) busca aliviar bloqueio russo ao transporte de grãos da Ucrânia para evitar escassez de alimentos. Isso porque o secretário-geral António Guterres oferece reduzir as barreiras às exportações de potássio da Rússia e da Bielorrússia.

No Congresso norte-americano, projeto de lei de competitividade da China enfrenta obstáculos à medida que o tempo se esgota. Os desacordos sobre a legislação destinada a aumentar a competitividade dos EUA contra a China estão obscurecendo suas perspectivas no Congresso, à medida que os legisladores entram em um período de negociações decisivas.

Ainda acerca da China, a angústia econômica do país se aprofunda à medida que os bloqueios se arrastam. A economia local mergulhou ainda mais em um marasmo induzido pela Covid-19 no mês passado, levantando questões sobre se as medidas de estímulo planejadas por Pequim podem evitar uma desaceleração prolongada.