O IPCA superou 10% e reforça quadro de juro alto em 2022, enquanto o nível de reservatórios melhora. Estas são algumas das manchetes que permeiam o noticiário do dia.
De acordo com o Valor Econômico, em relação à inflação, trata-se do nível mais alto desde os 10,67% de 2015, terceiro maior desde 2000, e muito superior à meta perseguida pelo Banco Central, de 3,75%.
Também informa que o frete marítimo se mantém em nível recorde, e a Covax prevê cobertura de 40% neste ano.
Por fim, elenca que a escassez de testes ameaça Brasil.
O Globo destaca que segundo a OMS, a ômicron deve infectar mais da metade dos europeus em 2 meses. Isso porque a média de casos na região triplicou. O mundo registra recorde de contágios em um dia.
No Brasil, elencou, desfalques por Covid já impactam a Saúde, e a inflação em 2021 foi de 10,06%, a maior desde 2015.
O Estadão informa que após maior inflação em 6 anos, novo estouro da meta é previsto. O IPCA de 2021 foi de 10,06%, puxado por combustível, gás e energia.
Em relação às chuvas, o nível de reservatórios melhora, mas não alivia conta de luz.
Também elenca que nova onda de covid fecha agências bancárias em pelo menos 4 Estados.
Já a Folha de São Paulo informa que a inflação de 2021 fecha acima de 10%, a maior desde Dilma. Assim, com índice de 10,06%, mais alto de 2015, estoura a meta e reflete choque de preços na pandemia.
Em relação à pandemia, elenca que internações diárias em UTI por Covid em SP sobem 91%.

Internacional
Conforme noticiado pelo Euqueroinvestir.com mais cedo, os investidores iniciam o dia atentos aos dados de inflação que serão divulgados nas próximas horas nos Estados Unidos e, assim, tentar antecipar algum movimento do Federal Reserve (Fed).
Para se ter ideia, o mercado espera que uma medida-chave dos preços ao consumidor mostre que a inflação ao nível do consumidor disparou em dezembro, o salto mais forte nos preços desde o início dos anos 1980.
Também espera que o índice de preços ao consumidor tenha subido 0,4% em dezembro e 7% na comparação anual, segundo a Dow Jones.
Presidente do Fed, Jerome Powell disse ontem que a economia está saudável o suficiente e precisa de uma política monetária mais apertada, o que provavelmente implicará em aumentos de juros, redução das compras de ativos e um balanço menor.





