O Índice de Preços ao Consumidor da zona do euro foi de 1,9% em junho, ante 2% em maio. Um ano antes, a taxa mensal era de 0,3%.
Já na União Europeia como um todo, a inflação foi de 2,2% em junho, ante 2,3% em maio. Em junho de 2020, era de 0,8%.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Eurostat, escritório oficial de estatísticas da região.

Reprodução/Eurostat
Inflação por país-membro
As taxas anuais mais baixas de inflação foram registadas em Portugal (-0,6%), Malta (0,2%) e Grécia (0,6%). As maiores, na Hungria (5,3%), Polônia (4,1%) e Estônia (3,7%).
Comparado com maio, inflação anual diminuiu em doze estados-membros, permaneceu estável em quatro e aumentou em onze.

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Em junho, a maior contribuição para a taxa de inflação anual da área do euro veio da energia (+1,16 pontos percentuais), seguido por bens industriais não energéticos (+0,31 pp), serviços (+0,28 pp) e alimentação, álcool e tabaco (+0,15 pp).
Zona do euro: Balança comercial
A primeira prévia da balança comercial da zona do euro em maio foi de superávit de 7,5 bilhões de euros, ante 8,9 bilhões de euros de maio de 2020.
As exportações somaram € 188,2 bilhões, com aumento de 31,9% em comparação com maio de 2020 (€ 142,7 bilhões) – mês que havia sido fortemente afetado pelas medidas de contenção ao coronavírus.
As importações somaram € 180,7 bilhões, com aumento de 35,2% em comparação com maio de 2020 (€ 133,7 bilhões).
A China segue sendo principal parceiro comercial, com quem a EU tem déficit de 82,1 bi de euros na balança comercial de janeiro a maio, seguida por Estados Unidos, com superávit de 66,9 bi no mesmo período.

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