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Governo prepara linha de crédito para atender reivindicação de caminhoneiros

Governo prepara linha de crédito para atender reivindicação de caminhoneiros

O governo está preparando uma linha de crédito mais barata para facilitar a vida dos caminhoneiros. Burocracia ainda é grande entrave.

Um dos líderes da categoria irá se reunir com presidente do BNDES nos próximos dias para discutir possibilidades

O governo está preparando uma linha de crédito mais barata para facilitar a vida dos caminhoneiros. A tendência é que haja uma diminuição das exigências, juros mais baixos e prazos maiores para a classe. Uma medida provisória estaria sendo preparada para atender às reivindicações. Nela seria incluída a criação do DTE, Documento de Transporte Eletrônico. Ou seja, um sistema único de transporte de cargas.

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Há pouco mais de cinco meses, o governo liberou R$ 500 milhões para financiamentos do BNDES e esse montante seria destinado a empréstimos de até R$ 30 mil por pessoa. No entanto, em agosto, somente um empréstimo para a linha BNDES Caminhoneiro foi aprovado. Houve uma ampliação no limite e extensão dos prazos, porém sem eficácia.

De acordo com Wanderlei Alves, conhecido como Dedéco e um dos líderes da categoria, ainda há muita burocracia para os caminhoneiros conseguirem o financiamento. Nos próximos dias 9 e 10, Dedéco irá se encontrar com o presidente do BNDES para conversar sobre essa questão. O encontro acontecerá através de um convite do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

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Outra possibilidade levantada foi a de empréstimos com prestações intercaladas com a entressafra. Assim sendo, os caminhoneiros não pagariam as parcelas em alguns meses. Essas linhas de crédito seriam oferecidas pela Caixa, Banco do Brasil e também o BNDES.

“O BNDES promove uma série de avanços em seus modelos de financiamento para contemplar as necessidades dos caminhoneiros nos últimos meses. O banco promove continuamente estudos e diálogos de forma a aprimorar os seus instrumentos disponíveis para atender a demandas da sociedade, entre as quais as dos caminhoneiros”, afirma o BNDES.