Os novos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos ficaram, pela segunda semana consecutiva, abaixo de 1 milhão de reivindicações. Vieram em 884 mil, quando o mercado aguardava 846 mil. Na semana passada, foram 884 mil pedidos, ajustados de 881 mil divulgados anteriormente.
Desde o início da crise do coronavírus nos EUA, em março, foram 22 semanas com mais de 1 milhão de pedidos e agora três com leitura inferior a este número (em 13 de agosto, o registro foi de 971 pedidos).
A semana mais crítica foi a de 28 de março, quando as reivindicações atingiram o recorde de 6,86 milhões.
Antes desta crise, o teto nos pedidos de seguro-desemprego tinha ocorrido em 1982, com 650 mil reivindicações.
A informação foi divulgada nesta quinta-feira (10), pelo Bureau of Labor Statistic (BLS), do Departamento de Trabalho americano.
Payroll aponta criação de 1,371 milhão de vagas em agosto
Confirmando a tendência de recuperação do mercado de trabalho nos EUA, o payroll, folha de pagamento oficial não-agrícola, apontou a criação de 1,371 milhão de vagas de emprego em agosto, pouco abaixo dos 1,4 milhão projetados pelo mercado.
Em julho, o payroll confirmou a abertura de 1,763 milhão de postos de trabalho. Em junho foram 4,791 milhões.
A taxa de desemprego de caiu de 10,2% em julho para 8,4 em agosto.
O número de desempregados caiu 2,8 milhões, ficando em 13,6 milhões de pessoas.
Seguro-desemprego segue em discussão no Congresso
Democratas e republicanos ainda seguem sem uma definição quanto ao pacote de auxílio financeiro à população na pandemia, que incluiria um novo valor do seguro-desemprego.
Os interesses eleitorais atrapalham as negociações, já que a eleição para a presidência acontece em novembro.
O benefício de US$ 600 semanais foi pago até o final do mês de julho. Desde então, o que vale são os US$ 400 semanais determinados por ordem executiva do presidente Donald Trump – US$ 300 pagos pelo governo federal, e US$ 100 complementados pelos estados.
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