Home
Notícias
Eleições americanas: Inteligência vê Rússia intervindo a favor de Trump

Eleições americanas: Inteligência vê Rússia intervindo a favor de Trump

Os serviços de Inteligência dos Estados Unidos estão atentos à proximidade das eleições americanas e enviaram sexta o mais recente relatório ao Congresso.

Os serviços de Inteligência dos Estados Unidos estão atentos à proximidade das eleições americanas e, nesta sexta-feira, enviaram o mais recente relatório ao Congresso.

Dúvidas sobre como investir? Consulte nosso Simulador de Investimentos

De acordo com os dados coletados pelo Centro Nacional de Contra-Inteligência e Segurança, a Rússia pretende intervir no pleito entre Donald Trump e Joe Biden em novembro a favor do atual presidente.

Segundo William R. Evanina, diretor do órgão, o governo russo estaria usando uma série de medidas para difamar Biden, visto no país como “establishment antirusso”.

China é contra Trump, segundo Serviço de Inteligência

Já o governo da China, de acordo com os dados coletados pelo Serviço de Inteligência norte-americano, apoia a entrada do democrata Joe Biden no lugar de Donald Trump.

Publicidade
Publicidade

Segundo Evanina, Trump é considerado “imprevisível” e, por conta disso, Pequim vê com bons olhos que ele não consiga a reeleição no pleito de novembro.

“Embora a China continue a ponderar os riscos e benefícios de uma ação agressiva, a sua retórica pública nos últimos meses tem se tornado cada vez mais crítica em relação à resposta à pandemia de covid-19 dada pelo atual governo dos EUA, com o fechamento do consulado da China em Houston”.

Os benefícios de se ter um assessor de investimentos

Trump nega intervenção russa

O atual presidente se pronunciou sobre a posição do governo chinês, e ainda refutou imediatamente qualquer possibilidade de receber ajuda russa para derrotar Joe Biden nas urnas.

“Acho que a última pessoa que a Rússia quer ver no cargo é Donald Trump, porque ninguém foi mais duro com a Rússia do que eu fui – jamais”, declarou, emendando, na sequência, uma frase irônica.

“Se Biden for presidente, a China vai ser dona do nosso país”, acrescentou.

Irã também na mira da Inteligência

O relatório da Inteligência também tem um trecho relativo ao posicionamento do Irã nas eleições americanas.

Segundo o diretor William Evanina, o país está envolvido “em uma campanha de interferência para dividir o país e minar as instituições democráticas”.

“Os esforços do Irã nesse sentido provavelmente vão se concentrar na influência online, como a divulgação de desinformação nas redes sociais e a divulgação de conteúdos anti-EUA”, afirmou.

“A motivação de Teerã para conduzir essas atividades é, em parte, impulsionada por uma percepção de que a reeleição do presidente Trump resultará numa continuação da pressão dos EUA sobre o Irã, num esforço para fomentar a mudança de regime”, concluiu.

Planilha de Açõesbaixe e faça sua análise para investir