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Eleições 2018: Vai começar a corrida maluca!

Eleições 2018: Vai começar a corrida maluca!

Trazendo para nossa querida e amada terra brasilis (com um punhado de Vigaristas a mais), este parece ser o panorama atual de nossa eleições 2018.

Wacky Races foi um famoso desenho animado produzido por Hanna-Barbera, lançado pela CBS entre 14 de setembro de 1968 e 4 de janeiro de 1969, totalizando 34 episódios. Nele, os competidores perseguiam o título mundial de “Corredor Mais Louco do Mundo”. Trazendo para nossa querida e amada terra brasilis (com um punhado de Vigaristas a mais), este parece ser o panorama atual de nossa eleições 2018. [banner nome=”facebook”] As máquinas do mal, ou seja, os partidos mais tradicionais, estão por razões distintas, perdidos em suas estratégias de campanha, fazendo-me lembrar realmente da ardilosa dupla Dick Vigarista e seu famoso assecla Muttley, que apesar de possuírem o melhor aparato do grid e liderarem com ampla vantagem boa parte do trajeto, perdiam-se pelo caminho em suas estapafúrdias tentativas de prejudicar seus oponentes. O PSDB me parece o caso mais emblemático. A disputa interna (e eterna) entre Geraldo Alckmin e Aécio Neves fora interrompida abruptamente pelas recentes falcatruas em que se envolveu o neto de Tancredo. Mas enganamo-nos todos ao imaginar que os “contratempos” de Aécio serviriam para que os tucanos se unissem em torno do nome do Governador de São Paulo. [banner id=”teste-perfil”] A recente aproximação entre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (maior nome da sigla) e o apresentador Luciano Huck, são um claro sinal da fragilidade da candidatura de Alckmin. Há 8 meses das eleições 2018, o PSDB (partido liderou a oposição ao governo Dilma) mostra não ter nenhum programa de governo para consertar tudo aquilo que ele mesmo ajudou a mostrar que estava errado. Por outro lado, Huck que há pouco tempo publicou nota na folha de São Paulo, rechaçando o frenesi em torno de sua candidatura, agora dá sinais de que pode sim considerar o convite tucano. Huck dispensa à eleição presidencial, a mesma importância que damos a um convite para jogar biriba entre amigos. luciano-huck

Loucura, loucura, loucura!

No PT, a candidatura de Lula parece cada dia mais distante. Até mesmo a possibilidade de usá-lo como candidato “tampão” passa a ser vista como remota uma vez que o ministro Luiz Fux classificou como “irregistrável” a inscrição de um candidato ficha suja, caso de Lula. Seguindo o mesmo raciocínio, o PT que comandou o país por 13 anos, até agora não falou em plano de governo, não buscou sequer refletir e dialogar publicamente com a sociedade sobe o tenebroso segundo mandato de Dilma Roussef. Ao centro do embate, no agora MDB continua o mistério: Quem terá coragem de assumir uma candidatura que herdará os mais de 90% de rejeição do presidente Michel Temer? A difícil equação que consiste em encontrar um nome forte nas urnas, que consiga estar ligado aos avanços econômicos do governo Temer e ao mesmo tempo, distante de seu questionável caráter, parece mesmo que não será resolvida. Ao que tudo indica, o MDB fará aquilo que sempre fez de melhor: Seguirá atuando por trás das cortinas, focando esforços em obter maioria na Câmara e Senado, de modo a infiltrar-se no governo de quem quer que seja o vencedor. Os coadjuvantes Ciro Gomes (Peter Perfeito), Marina Silva (Penélope Charmosa) e Jair Bolsonaro (Professor Aéreo). Agradecem… “Vai começar outra corrida maluca!”