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Dotz (DOTZ3) estreia na bolsa de valores com estabilidade após forte alta

Dotz (DOTZ3) estreia na bolsa de valores com estabilidade após forte alta

Após ter cancelado o IPO no início de maio, a Dotz (DOTZ3) estreou na bolsa de valores com forte alta na manhã desta segunda-feira (31), chegando a 11%.

A Dotz (DOTZ3), empresa de tecnologia de programa de fidelidade, estreou na B3 (B3SA3) nesta segunda-feira (31) com estabilidade, negociadas a R$ 13,20. A ação teve um dia marcado pela inconstância.

Pela manhã, próximo à abertura do pregão, as ações da companhia subiam 11,89%, a R$ 14,77. Perto do 12h05, a alta era de 5,76%, a R$ 13,96. À tarde esse percentual dos ativos foi diminuindo, até zerar perto do fim do pregão

A estreia teve uma oferta restrita, para investidores profissionais (R$ 10 milhões em aplicações), com preço menor.

Conforme o comunicado da Dotz, divulgado na última quarta-feira, a oferta restrita consistirá na distribuição pública primária de, inicialmente, 29.600.000 ações. A empresa pode aumentar esse montante em até 35%, chegando a 10.360.000 papéis.

Além disso, a Dotz ia realizar a abertura de capital em maio de 2021, mas foi cancelada. O preço de subscrição ou aquisição por ação ficou, portanto, entre R$ 13,20 e R$ 16,20. O valor está abaixo do que a companhia havia proposto inicialmente, entre R$ 16,20 a R$ 21,40.

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Sobre a Dotz

A companhia foi fundada há mais de 20 anos e possui 48 milhões de membros. Dotz é um programa de fidelidade que permite acumular pontos para serem trocados por serviços e produtos.

Parceiros da Dotz, como varejistas e bancos que usam a plataforma de inteligência digital Dotz para adquirir novos clientes a custos baixos, fidelizar os clientes atuais, aumentar vendas, ticket médio, frequência, lucratividade e reduzir o churn, por exemplo.

Para os bancos, além de leads qualificados, e nossa moeda de fidelização, desenvolvemos soluções tecnológicas baseadas em nosso data lake que buscam aumentar a rentabilidade dos parceiros com redução de custos, perdas e inadimplência.

No primeiro trimestre, a companhia reportou prejuízo de R$ 22,067 milhões — 19,1% menor que o número do mesmo período de 2020.

A receita líquida foi de R$ 25,403 milhões, contra R$ 25,349 mi em 2020, avanço anual de 0,2%.