O dólar fechou em baixa de 0,84%, a R$ 5,2863, nesta terça-feira (21), ajustando-se ao encaminhamento dos precatórios.
O mercado ficou otimista com possível acordo para os precatórios. Em depoimentos pós-reunião dos presidentes da Câmara e do Senado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi dito que os precatórios serão quitados com respeito ao teto de gastos. E que a PEC que aborda o tema será levada à Comissão Especial da Câmara dos Deputados.
No exterior, o dólar caiu frente aos pares, com a mudança de percepção dos investidores em relação à crise da gigante chinesa Evergrande.
- segunda-feira (20): +0,93% a R$ 5,3312
- terça-feira (21): -0,84% a R$ 5,2863
- semana: +0,09%
Hoje também teve início a reunião de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom), que amanhã (22) apresenta sua decisão sobre a taxa básica de juros, Selic.
A aposta predominante no mercado é de alta de 1 ponto porcentual, como adiantado na ata do último encontro do Copom.
“O Copom está em uma ‘sinuca de bico’: se for muito dovish, as expectativas de inflação irão se deteriorar ainda mais e, caso seja muito hawkish, é o PIB de 2022 que ficará cada vez mais comprometido. A saída, portanto, é manter o pace do comunicado anterior e elevar a Selic em 1%, para 6,25% a.a”, afirmam os analistas do BTG Pactual digital.
A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revisou para cima a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para este ano. A entidade elevou sua estimativa em 1,5 ponto percentual. E agora prevê um crescimento de 5,2%. Para o ano que vem, a projeção é de 2,3%.





