O dólar fechou esta sexta-feira (4) em alta de 0,50%, sendo vendido a R$ 5,3220. A divisa norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2811 e a máxima de R$ 5,3508 ao longo do dia.
Embora tenha registrado o maior valor da semana, a moeda encerra o período com queda acumulada de 1,25%.
- Segunda-feira (31): -1,56% a R$ 5,3059
- Terça-feira (01): -0,62% a R$5,2728
- Quarta-feira (02): +0,07 a 5,2763
- Quinta-feira (03): +0,36 a R$ 5,2954
- Sexta-feira (04): +0,50%, a R$ 5,3220
- Semana: – 1,25%
Cenário
O dia foi de agenda esvaziada no Brasil. Ainda repercute a decisão do Copom de elevar a Selic a 10,75%, com sinalização de que o ritmo das altas deve ser reduzido daqui em diante – o que indica que o topo do ciclo se aproxima.
Diante do aumento constante nos preços dos combustíveis, o deputado Christino Áureo (PP-RJ), elaborou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite reduzir ou zerar impostos sobre combustíveis e gás em 2022 e 2023, sem compensação fiscal. Caso a legislação seja aprovada, ela terá abrangência federal, estadual e municipal.
Nos Estados Unidos, o Payroll, que é o relatório de empregos do país, aponta, em relação ao mês de janeiro, a criação de 467 mil vagas, ou seja, bastante acima das 150 mil esperadas.
O levantamento mostra, ainda, que em dezembro, foram criadas 510 mil vagas (revisada de 199 mil).
Ainda no cenário exterior, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, foi à China nesta sexta-feira (4) onde visitou o presidente Xi Jinping. Os líderes trocaram afagos e adicionaram um novo capítulo no roteiro de guerra que as potências parecem escrever a quatro mãos.
Isso porque Putin tem mais de 100 mil soldados na fronteira com a Ucrânia, país que já integrou a extinta União Soviética (URSS) e, enquanto isso, os Estados Unidos (EUA) olham de lado, atentos à movimentação e prontos a dar uma resposta rápida ao ensejo.






