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Dólar sobe mais de 2% e fecha acima de R$ 5 nesta segunda

Dólar sobe mais de 2% e fecha acima de R$ 5 nesta segunda

O dólar fecha esta segunda-feira (02) em alta de 2,63%, a R$ 5,0727. A moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9664 e a máxima de R$ 5,0875.

O dólar fecha esta segunda-feira (02) em alta de 2,63%, a R$ 5,0727. Ao longo do dia a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9664 e a máxima de R$ 5,0875.

  • Segunda-feira (02): +2,63%, a R$ 5,0727
  • Semana: +2,63%

Cenário

O Boletim Focus desta segunda-feira (02) apresentou uma alta na projeção da inflação de 2022, que subiu pela 16ª semana seguida, de 7,65% para 7,89%. Vale lembrar que a inflação, neste caso, se refere ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para 2023, a estimativa do IPCA também avançou de 4,00% para 4,10%. Há quatro semanas, o indicador de inflação era de 3,80%.

Nesta segunda-feira (02), saíram os dados sobre o setor público consolidado que apresentou, em fevereiro, um superávit primário de R$ 3,5 bilhões, ante o déficit primário de R$ 11,8 bilhões em fevereiro de 2021.

No Governo Central, houve um déficit de R$ 19,2 bilhões, enquanto que os governos regionais e as empresas estatais registraram superávits de R$ 20,2 bilhões e R$ 2,5 bilhões, respectivamente.

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Nos resultados fiscais acumulados em 12 meses, encerrado em fevereiro, o superávit primário do setor público consolidado foi de R$123,4 bilhões, equivalente a 1,40% do PIB.

No mercado internacional, a atividade industrial nos Estados Unidos caiu de 57,1 pontos em março para 55,4 pontos em abril, o que representa uma queda de 1,7% ao mês, segundo o relatório publicado hoje (2) pelo ISM (Institute for Supply Management) – Instituto de Gestão de Suprimentos. O resultado ficou abaixo das projeções do mercado (57,6 pontos).

Esse resultado indica que a economia norte-americana segue em expansão, mas que o ritmo desse crescimento desacelerou.

O índice de encomendas, tido como um indicador da demanda futura, foi de 53,8 pontos em março para 53,5 pontos em abril.

Já o indicador de empregos teve uma queda ainda mais forte, foi de 56,3 pontos em março para 50,9 pontos em abril.