O dólar fechou esta terça-feira (10) em baixa de 0,44%, a R$ 5,1336. Ao longo do pregão a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1098 e a máxima de R$ 5,1659.
- Segunda-feira (9): +1,60%, a R$ 5,1565
- Terça-feira (10): -0,44%, a R$ 5,1336
- Semana: +1,16%
Cenário
O principal assunto do dia, foi a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom). O colegiado sinalizou que deve manter a trajetória de alta da Selic (taxa básica de juros) em sua próxima reunião, que será realizada nos dias 14 e 15 de junho, com um aumento provável de 0,5 ponto percentual. A sinalização está na ata liberada nesta terça-feira (10) no site do BC, que conta os detalhes da reunião da semana passada, que aumentou a Selic em 1 p. p., para 12,75%.
“Para a próxima reunião, o Comitê antevê como provável uma extensão do ciclo com um ajuste de menor magnitude”, afirma o texto em sua parte conclusiva. “O Copom considera que, diante de suas projeções e do risco de desancoragem das expectativas para prazos mais longos, é apropriado que o ciclo de aperto monetário continue avançando significativamente em território ainda mais contracionista. O Comitê enfatiza que irá perseverar em sua estratégia até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas.”, disse trecho do documento.
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,23% na primeira prévia do mês de maio, segundo os dados divulgados hoje (10) pela Fundação Getúlio Vargas.
Esse resultado evidencia um crescimento menor da inflação em comparação ao mesmo período de abril, uma vez que, na primeira leitura do mês passado, o indicador registrou avanço de 1,88%.
De acordo com os dados da FGV, os demais componentes do IGP-M também tiveram variação positiva mais baixa no primeiro decêndio de maio.
A produção industrial cresceu em março na maioria das localidades investigadas pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional), segundo os dados divulgados, nesta terça-feira (10), pelo IBGE. Conforme revela o levantamento, dos 15 locais pesquisados, nove registraram evolução.
Entre os estados que mais cresceram, São Paulo liderou a expansão, apresentando um avanço de 8,4% em março, o que evidencia um crescimento pelo segundo mês seguido e um acúmulo de 9,1% no período.






