A CSN, Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3) reiterou nesta terça-feira (25) que está avaliando “constantemente alternativas de captação de recursos junto aos mercados de renda fixa ou variável, sempre alinhada com seu planejamento estratégico, o que engloba suas subsidiárias”.
A empresa teve que soltar nota ao mercado, depois que a imprensa reforçou notícias sobre a possibilidade de uma oferta pública de distribuição de ações de emissão da CSN Mineração.
O objetivo da empresa é fazer sua dívida líquida ficar abaixo de R$ 23 bilhões em 2021.
Com isso, a relação entre dívida líquida e Ebitda (alavancagem) deve ficar abaixo de 3 vezes.
Para este ano, a meta é uma relação dívida líquida abaixo de 4 vezes, idealmente em 3,75 vezes.
Assim, dentre as iniciativas da CSN que devem ocorrer ainda em 2020 está o IPO da sua unidade de mineração, um assunto que se debate há muitos anos.
“Atingir esta meta vai exigir a venda de ativos ou a abertura de capital de subsidiárias, ou ambos”, declarou o diretor de relações com investidores, Marcelo Cunha Ribeiro.
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Biotoscana (GBIO33): BDRs remanescentes serão adquiridos em 3/9
A Biotoscana (GBIO33) informou hoje que o procedimento para aquisição superveniente dos BDRs remanescentes, ocorrerá na B3, em 3 de setembro de 2020.
A 11718991 Canada, subsidiária da Knight Therapeutics, deverá pagar o preço de R$ 10,40 por BDR, que deixarão de ser negociados na B3 a partir do dia 28 de agosto de 2020.
A operação visa cumprir a obrigação estatutária da 11718991 Canada de realizar oferta pública de aquisição dos BDRs em circulação após a alienação do controle; e a descontinuidade voluntária do programa de BDRs da Biotoscana.
A canadense Knight Therapeutics adquiriu o controle da Biotoscana em outubro de 2019, ao pagar R$ 596 milhões por 51% da empresa.
À época, pagou R$ 10,96 por ação ou BDR.
Neoenergia (NEOE3): Aneel aprova aumento médio de 5,36% das tarifas da Elektro Redes
A Neoenergia (NEOE3) comunicou em nota ao mercado que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em reunião ocorrida hoje, aprovou o reajuste tarifário da Elektro, a ser válido a partir de 27 de agosto de 2020.
O efeito médio para o consumidor é de 5,02% para baixa tensão; 6,00%, para alta e média tensão.
Isso dá um aumento de 5,36% no total.
A Elektro é uma empresa brasileira de distribuição de energia elétrica que opera em SP e MS.
A Neoenergia controla 99,68% da distribuidora.
“O processo de reajuste tarifário anual consiste no repasse dos custos não gerenciáveis da concessão (Parcela A) e na atualização dos custos gerenciáveis (Parcela B) pelo IGP-M menos o Fator X, que repassa aos consumidores parte dos ganhos de produtividade anuais”, explicou a empresa.
A variação na Parcela A foi de 15,41% (R$ 686,4milhões), com preço médio de repasse dos contratos de compra de energia definido em R$ 212,94/MWh.
Já a variação na Parcela B foi de 8,43% (R$ 133,2 milhões).
Combinando Parcelas A e B, o impacto foi de mais 13,59%.
Descontados os componentes financeiros de menos 8,22%, incluindo a contribuição para redução do reajuste, pela antecipação dos recursos da Conta-Covi), resulta num efeito médio a ser percebido pelo consumidor de 5,36%.
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