O jornal O Estado de S. Paulo estampou manchete neste sábado (15) uma medida do Congresso que mexerá com saúde e educação em todo o Brasil.
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De acordo com a reportagem, o Senado aprovou o texto de um Projeto de Lei que prevê a transferência de recursos do Fundo Social do Pré-Sal, até então exclusivos para as áreas da Saúde e Educação, para outros fins.
Se o presidente Jair Bolsonaro não vetar nenhuma parte do PL aprovado, os setores de Saúde e Educação poderão perder até R$ 242 bilhões entre 2020 e 2040 para a expansão da rede de gasodutos do País e para despesas correntes de municípios e Estados.
A previsão é que o Fundo arrecade R$ 500 bilhões nesse período por meio da venda do óleo que a União tem direito.
Deste total, R$ 97 bilhões passariam a ser destinados para o Brasduto e R$ 145 bilhões para os fundos de participação de Estados (FPE) e de municípios (FPM).
Prévia aponta 11% de queda do PIB no 2º trimestre
O Estadão também destacou neste sábado reportagem sobre a queda do PIB (Produto Interno Bruto) do País no 2º trimestre de 2020.
De acordo com a prévia do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado na sexta pelo Banco Central, o indicador teve baixa de 10,94% no período.
Segundo o BC, essa é a maior baixa para um trimestre em toda a série histórica, iniciada pela autarquia em 2003.
Folha dá destaque “culpa” de Bolsonaro pelas mortes por coronavírus
A manchete da Folha de S. Paulo deste sábado traz como tema pesquisa do Datafolha sobre quem é o principal culpado pelas mais de 100 mil mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil.
Segundo a pesquisa, um percentual de 47% afirmou acreditar que o presidente Jair Bolsonaro não tem qualquer culpa pelo elevado número de óbitos atrelados a Covid-19.
Uma parcela levemente maior, de 52%, vê o presidente da República como responsável, enquanto 11% afirmaram que Bolsonaro é o principal culpado pelas mortes. A pesquisa ainda apontou que 41% veem culpa em Bolsonaro, mas não o rotulam como maior “vilão” da História.
O Datafolha ouviu 2.065 adultos, que possuem celular, entre os dias 11 e 12 de agosto. A marca de 100 mil mortos por Covid-19 no País foi atingida no dia 8 de agosto.
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Construção civil em alta entre os mineiros
O principal jornal de Minas Gerais focou a manchete deste sábado no crescimento do setor da construção civil na região.
Segundo O Estado de Minas, a crise causada pela pandemia de coronavírus passou longe de quem mexe com material de construção.
A reportagem apontou que o setor apontou alta de vendas entre 35% e 45% desde o início da pandemia no País.
Os dados coletados com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) projetou ainda que a construção civil deverá fechar 2020 com alta entre 10% e 15%.
O Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais informou ao jornal que os números positivos foram puxados, principalmente, pelas vendas a pessoas físicas, que responderam por 60% a 70% do mercado.
Valor destaca “batalha” sobre reforma tributária
O Valor Econômico de sábado destacou como principal reportagem a “batalha” entre o Ministério da Economia e as secretarias estaduais de Fazenda sobre a reforma tributária.
De acordo com o texto publicado no site do veículo neste sábado, a ideia de criar dois fundos, com valor de quase R$ 500 bilhões e prazo de 10 anos para “amenizar perdas dos entes subnacionais com a mudança no sistema de impostos e contribuições” foi rotulada por Paulo Guedes como “convite para lutar no pântano”.
O outro lado da “guerra”, que seriam os Estados, alegaram temer uma invasão do Governo Federal em sua base com a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
“Nosso receio é exatamente que a União avance na base sobre o consumo, como percebemos um pouco na proposta da CBS”, disse o presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Rafael Fonteles.





