Desde que o coronavírus, Covid-19, começou a preocupar as grandes potências mundiais, as expectativas econômicas para este ano tiveram de ser reduzidas. Ainda é incerto qual o rumo que os países vão tomar, com sua economia após o surto do coronavírus passar.
A empresa de consultoria, McKinsey & Company divulgou um estudo, em que projetou três cenários da economia após a epidemia de coronavírus. Segundo informações do portal da Gazeta do Povo.
O primeiro cenário, projetado pela McKinsey & Company seria de uma taxa de mortalidade baixa entre a população, sendo que as pessoas logo voltariam ao mercado de trabalho, devido aos bons cuidados do sistema de saúde. Ocorreria uma redução na demanda de compras pelo consumidor, por causa da pausa para conter o vírus.
O comportamento do coronavírus iria ser diferente em cada local, devido às condições de cada país. Por isso, a expectativa de crescimento do PIB Mundial iria reduzir de 2,5% para 2%. O segundo cenário seria de que os países iriam ter dificuldades na aplicação das medidas de saúde pública, o que iria aumentar o número de casos do vírus.
Ao mesmo tempo, as medidas contra os efeitos socioeconômicos estariam contidas. Mesmo para setores que foram muito afetados no início, como o turismo. Dessa forma, a economia iria conseguir se recuperar no segundo trimestre, mais precisamente no final. O PIB Mundial ficaria com o crescimento em 1% a 1,5%.
O terceiro e último cenário, seria o pior. O coronavírus, Covid-19, iria proporcionar um grande impacto no mundo. Fazendo com que a epidemia não perdesse suas forças tão rápido, podendo se prolongar e até ressurgir em lugares erradicados, como a China.
Diante desta situação, a economia mundial ficaria em choque. Com sistemas de saúde sobrecarregados, resultando em uma recessão. Com o PIB mundial podendo variar, entre queda de 1,5% ou crescimento de 0,5%.
Economia brasileira
O relatório da McKinsey & Company possui uma visão global, mas influencia na possível situação do Brasil no futuro. Bancos como JP Morgan e Goldman Sachs fizeram suas próprias previsões para o território brasileiro. O JP Morgan prevê a queda no crescimento de 1,6% para 1,0% . Já a Goldman Sachs, tem a expectativa 1,5% para 0,9% no PIB brasileiro.
Segundo o G1, o Brasil iria lidar com a perda de mais um ano de crescimento. Além de grandes incertezas, a respeito da capacidade do atual governo conseguir avançar na agenda de reformas. Para que seja possível garantir pelo menos uma solidez fiscal, para melhorar os negócios.