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Ibovespa opera em queda, alinhado com mercados em Nova York

Ibovespa opera em queda, alinhado com mercados em Nova York

Os mercados globais operam mistos nesta terça-feira (4). Nos Estados Unidos, segue o clima de otimismo com vacinação e reaberturas.

O Ibovespa opera em queda de 0,95%, aos 118.2072 pontos nesta terça-feira (4).

O mercado local reflete a piora do clima dos negócios no exterior após a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, declarar que o juro poderá subir nos EUA para evitar “sobreaquecimento da economia”. Apesar disso, Yellen, espera um ambiente de juro baixo “por um bom tempo” no país, observa o BDM Online.

O dia é agitado. Começa hoje a reunião de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O mercado já dá como certo o anúncio no final do dia de quarta (5) de alta da Selic para 3,5%. Mas quer checar as entrelinhas da explicação do comitê para a nova alta de 0,75 ponto porcentual, para projetar um horizonte mais longe.

Hoje também tem início os depoimentos da CPI da Covid, que vai ouvir os ex-ministros da Saúde Henrique Mandetta e Nelson Teich.

Ainda ao longo do dia será lido o relatório da Reforma Tributária.

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Em balanços, destaque para os resultados de Bradesco (BBDC4), Copasa (CSMG3), Copel (CPLE6), Engie (EGIE3), AES Brasil (AESB3), Iguatemi (IGTA3), Assaí (ASAI3) e Minerva (BEEF3), todos após o fechamento da bolsa.

Em indicadores, o Índice de Preços ao Produtor (IPP), do IBGE, teve alta de 4,78% em março, ante 5,16% em fevereiro. Esta é a segunda maior alta da série histórica, iniciada em 2014. Em fevereiro, a alta recorde foi revisada de 5,22% para 5,16%. Com o resultado, o índice acumula recordes de 14,09%, no trimestre, e de 33,52%, nos últimos 12 meses.

Tem ainda o IPO Infracommerce, que estreia na bolsa depois de desistir da oferta na semana passada.

Destaques no Exterior

Nos Estados Unidos, segue o clima de otimismo com a bem-sucedida campanha de vacinação e os anúncios de reaberturas, embora ainda haja preocupações com alta da inflação e possíveis taxações que acompanham os generosos pacotes do presidente Joe Biden.

Ontem, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, voltou a afirmar que a economia americana se recupera de maneira irregular, ainda com muito desemprego, o que justifica a manutenção dos estímulos pelo Fed – que prega juros zerados pelo menos até 2023.

O que mais rola no mundo:

  • O Índice dos Gerentes de Compras (PMI na sigla em inglês) do Reino Unido, calculado pela IHS MArkit, ficou em 60,9 pontos em abril, acima da projeção de 60,7 do mercado. É o segundo maior nível da história. Números acima de 50 pontos indicam crescimento da atividade.
  • Em Nova York, o governador Andrew Cuomo promete acabar com as restrições de capacidade dos estabelecimentos e retomar o serviço 24 horas do metrô.
  • Após anos de especulação sobre seu sucesso, Warren Buffett quebrou o silêncio e anunciou Greg Abel como o mais cotado para assumir a Berkshire, da qual já é vice-presidente.
  • O co-fundador e ex-CEO da Microsoft (MSFT34), Bill Gates, anunciou o fim de seu casamento com Melinda Gates. Segundo a CNBC, o casal detém mais de US$ 51 bilhões em ações da Microsoft. Mas os termos do divórcio ainda não foram revelados.

Veja a cotação dos mercados às 13h03:

Mercados Nova York

  • S&P: -1,16%
  • Nasdaq: -2,57%
  • Dow Jones: -0,31%

Mercados Europa

  • DAX, Alemanha: -2,49%
  • FTSE, Reino Unido: -0,67%
  • CAC, França: -0,89%
  • FTSE MIB, Itália: -1,81%
  • Stoxx 600: -1,50%

Mercados Ásia

  • Nikkei, Japão: fechado por feriado
  • Xangai, China: fechado por feriado
  • HSI, Hong Kong: +0,70%
  • ASX 200, Australia: +0,56%
  • Kospi, Coreia: +0,64%

Petróleo

  • Brent (junho 2021): US$ 68,81 (+1,85%)
  • WTI (maio 2021): US$ 65,64 (+1,78%)

Ouro

  • Ouro futuro (junho 2021): US$ 1.776,70 (-0,84%)

Minério de ferro

  • Bolsa de Dalian: US$ 168,14 (-3,72%)