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Produtores de aço creem em diálogo com governo dos EUA

Produtores de aço creem em diálogo com governo dos EUA

Os produtores de aço nacional, representados pelo Instituto Aço Brasil (IAB), creem em um diálogo do governo brasileiro e dos Estados Unidos

Os produtores de aço nacional, representados pelo Instituto Aço Brasil (IAB), creem em um diálogo do governo brasileiro e dos Estados Unidos, de forma a contornar o tarifaço do presidente Donald Trump sobre o aço do Brasil, que entrou em vigor nesta quarta-feira (12).

De acordo com a entidade, o objetivo é dialogar de forma que seja restabelecido o fluxo de produtos de aço para os Estados Unidos nas bases acordadas em 2018. Para o IAB, a adoção de tarifas não será benéfica para ninguém.

Em nota, a instituição diz ainda que Estados Unidos e Brasil detêm parceria comercial de longa data, que vem sendo, historicamente, favorável ao primeiro e nos últimos cinco anos, os EUA tiveram superávit comercial médio de US$ 6 bilhões.

“Considerando, especificamente, o comércio dos principais itens da cadeia do aço – carvão, aço e máquinas e equipamentos – Estados Unidos e Brasil detêm uma corrente de comércio de US$ 7,6 bilhões, sendo os Estados Unidos superavitários em US$ 3 bilhões”, diz trecho da nota.

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Produtores de aço: Brasil vem sendo vítima de concorrência predatória

Além disso, os produtores dizem ainda que o mercado brasileiro também vem sendo assolado pelo aumento expressivo de importações de países que praticam concorrência predatória, especialmente a China, razão pela qual o Instituto Aço Brasil solicitou ao governo brasileiro a implementação de medida de defesa comercial, estando em vigência, atualmente, o regime de cota-tarifa para 9 NCMs (Nomenclatura Comum do Mercosul) de produtos de aço.

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“Assim, ao contrário do alegado na proclamação do governo americano de 10 de fevereiro, inexiste qualquer possibilidade de ocorrer, no Brasil, circunvenção para os Estados Unidos de produtos de aço oriundos de terceiros países”, diz outro trecho da nota.

O instituo informa ainda que as negociações de 2018, resultaram no estabelecimento de cotas de exportação para o mercado norte-americano de 3,5 milhões de toneladas de semiacabados/placas e 687 mil toneladas de laminados.

“Tal medida flexibilizou decisão anterior do presidente Donald Trump que havia estabelecido alíquota de importação de aço para 25%”, diz outro trecho.

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