O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), prévia do PIB, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Banco Central, apontou recuo de 0,11% em maio, ante recuo de 0,44% em abril e expectativa de alta de 0,2%. Na comparação com maio de 2021, a alta é de 3,74%.
No ano, a alta é de 2,08%. E em 12 meses, de 2,66%.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central – Brasil (IBC-Br) tem como objetivo mensurar a evolução contemporânea da atividade econômica do país de forma mensal, a fim de contribuir para a elaboração de estratégia de política monetária.
A ideia era antecipar as tendências do Produto Interno Bruto (PIB), ainda que os números não sejam exatamente os mesmos por causa de metodologias diferentes. Seus dados, por exemplo, são usados pelo Copom (Comitê de Política Monetária) na hora da definição da Selic, a taxa básica de juros.
Outras projeções para o PIB
Segundo o último Boletim Focus, divulgado segunda-feira (11), a projeção para o PIB em 2022 é de 1,59%.
Já para a EQI Asset, o PIB deve ser de 2,2%. Até terça-feira (12), a projeção era de 1,8%, mas foi revisada para cima após uma Pesquisa Mensal de Serviços bastante positiva, que apontou alta de 0,9% em maio, ante expectativa do mercado de 0,2%.
“Foi um crescimento bem espalhado entre os setores, com 10 entre os 12 setores apresentando elevação”, afirmou o economista João Paulo de Farias Tavares Rabe, da EQI Asset.
Alguns destaques positivos foram os serviços prestados às famílias, que ainda têm um bom espaço para continuar crescendo.
“Com esse panorama, a gente acabou revisando nosso Produto Interno Bruto (PIB) para o trimestre e para o segundo trimestre de 2022 para 1,0% de crescimento contra 0,7% da projeção anterior. Para 2022, a gente espera um PIB de 2,2% contra 1,8% da projeção anterior”, disse.
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