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De olho no futuro, BTG (BPAC11) recomenda compra para Vibra (VBBR3)

De olho no futuro, BTG (BPAC11) recomenda compra para Vibra (VBBR3)

O BTG Pactual (BPAC11) analisou os dados operacionais da Vibra Energia (VBBR3) e de acordo com o banco de investimentos, a companhia obteve bons resultados

O BTG Pactual (BPAC11) analisou os resultados da Vibra Energia (VBBR3) e de acordo com o banco de investimentos, a companhia obteve bons resultados no quarto trimestre de 2021. O BTG manteve a sua recomendação de compra, ao preço-alvo de R$ 35.

A empresa iniciou uma nova estratégia rumo ao futuro, com foco na redução de carbono. A Vibra contabilizou o montante de R$ 1,6 bilhão em seu Ebitda ajustado, o que corresponde a margem de R$ 163/m3, acertado por não recorrentes.

O relatório do BTG destacou os ganhos relacionados ao estoque, que contribuíram para manter a estabilidade da margem em R$ 138/m3.  Este cenário está alinhado as três unidades de negócios, a aquisição da Comerc e ao preço mais alto no combustível brasileiro.

BTG (BPAC11): boa execução

A Vibra vive um excelente momento, onde a companhia conseguiu se beneficiar dos preços de combustíveis e fornecimento no período, o que não constituiu em um grande obstáculo em suas margens.

“A execução comercial na unidade de varejo principal permaneceu forte, com 74 adições de postos no trimestre e 179 a/a, o que atesta a qualidade da proposta de valor para os revendedores”, informou trecho do relatório.

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A empresa também expandiu as suas atividades no segmento de aviação, onde a Vibra registrou uma forte atuação no pós-covid e, desta forma, anotou grandes margens de contribuição.

Grande desafio

A regulamentação e o ambiente competitivo mudaram a operação no segmento de combustíveis, o que contribuiu para um mercado mais difícil. Neste cenário, a Vibra busca se consolidar como uma  uma peça multi-energia rumo ao futuro da mobilidade.

Em contrapartida, a empresa pode encontrar obstáculos referentes à troca de fluxos de caixas atuais por crescimento futuro, o que pode influenciar na expansão do custo de capital.

“Gostamos da estratégia e do estilo de gestão da Vibra, mas também achamos que levará um pouco mais de tempo para que os investidores precifiquem as opcionalidades dos movimentos da Vibra em energia, biocombustíveis e conveniência”, finalizou.

Tabela do BTG