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Banco de investimento recomenda ficar “vendido” em petróleo em 2024

Banco de investimento recomenda ficar “vendido” em petróleo em 2024

Um dos principais bancos de investimentos do mundo, o Citi diz que apostar contra o petróleo em 2024 “faz sentido”. Para a instituição, dada a probabilidade de demanda fraca e oferta robusta, este seria um caminho considerado mais “adequado”. Também traz que a oferta global da commodity deve ser maior que o esperado em 2023 […]

Um dos principais bancos de investimentos do mundo, o Citi diz que apostar contra o petróleo em 2024 “faz sentido”.

Para a instituição, dada a probabilidade de demanda fraca e oferta robusta, este seria um caminho considerado mais “adequado”.

Também traz que a oferta global da commodity deve ser maior que o esperado em 2023 e 2024, e acrescenta que a produção extra virá da Rússia, assim como dos produtores mais problemáticos como Irã, Iraque, Líbia, Nigéria e Venezuela.

Ficar “vendido” em petróleo

Do lado do consumo, elencou o Citi, “o mundo parece exagerar substancialmente o crescimento da demanda chinesa”, a Europa arrisca entrar em recessão e os EUA podem ter uma desaceleração.

Além disso, fatores favoráveis ao refino, como margens altas e estoques baixos, “desaparecerão após o verão” no hemisfério norte, quando as viagens de férias impulsionam o consumo.

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Mas há dois riscos para o cenário do banco: furacões que podem interromper o abastecimento do Golfo do México e a Opep+, que pode manter o aperto de oferta com mais cortes de produção.

EUA tenta conter preços

Nos EUA, os estoques de petróleo caíram 5,9 milhões de barris na semana passada, segundo dados do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês). O recuo foi maior do que o projetado por alguns economistas, de 1,7 milhão de barris.

Por conta disso, o governo norte-americano, visando frear a alta do petróleo, vem vendendo reservas estratégicas, chamadas de SPRs, desde o início da guerra na Ucrânia, no ano passado.

Para se ter ideia do que o país vem enfrentando, o barril de petróleo Brent está sendo vendido a US$ 85 frente os US$ 70 de poucos meses atrás.

Caso eles voltem para o patamar dos US$ 70, o presidente Joe Biden pretende recomprar os barris.

Vale destacar que o consumo global de petróleo atualmente é de 102 milhões de barris ao dia.

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