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Alada: o que pretende a nova estatal aeroespacial?

Alada: o que pretende a nova estatal aeroespacial?

O objetivo da Alada seria de explorar economicamente a infraestrutura e navegação aeroespaciais

O governo sancionou na última sexta-feira (3), a proposta que cria a Alada, uma empresa pública aeroespacial. O objetivo é explorar economicamente a infraestrutura e navegação aeroespaciais e as atividades relacionadas ao desenvolvimento de projetos e equipamentos aeroespaciais. Porém, a atuação da nova empresa do governo ainda é nebulosa.

Subsidiária da NAV Brasil, a ideia é que a Alada também fique responsável pela realização de projetos e atividades de apoio ao controle do espaço aéreo.

Conforme o Ministério da Defesa, a nova estatal atenderia a diversos imperativos de segurança nacional ao apoiar o desenvolvimento científico, a pesquisa, a capacitação científica e tecnológica e a inovação; ao contribuir para a segurança do país, em particular do espaço aéreo; e ao promover o desenvolvimento econômico e social em prol do bem-estar da sociedade.

Em linha com a Estratégia Nacional de Defesa, busca a autossuficiência do Brasil em materiais aeronáuticos, espaciais e bélicos. E poderá minimizar a forte dependência de fornecedores estrangeiros, especialmente para materiais que envolvem tecnologias sensíveis e que sofrem restrições para a exportação, por critérios políticos dos governos dos seus fabricantes.

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Alada: atração da iniciativa privada

Embora seja uma empresa estatal, um dos objetivos da companhia, segundo a administração federal, é atrair projetos da iniciativa privada, aproveitando as bases de lançamento de Alcântara (MA). O problema é que a criação dessa estatal surge em um momento no qual o governo tenta fazer uma contenção de gastos para ajuste fiscal. Nesse contexto, ainda são nebulosos os objetivos e propósitos dessa medida, ainda que tenha declarado apoiar a indústria aeroespacial brasileira.

De acordo com o governo, a criação da nova estatal contribuirá para a segurança do país, especialmente no que diz respeito ao espaço aéreo, e promoverá o desenvolvimento econômico e social, beneficiando a sociedade como um todo.

Alinhada com a Estratégia Nacional de Defesa, a Alada busca garantir a autossuficiência do Brasil em materiais aeronáuticos, espaciais e bélicos. A empresa poderá reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros, especialmente para materiais que envolvem tecnologias sensíveis e que estão sujeitos a restrições de exportação por motivos políticos dos países fabricantes, segundo a proposta.

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