O mês de fevereiro está começando e, junto com ele, mais uma oportunidade de investimentos na bolsa de valores. O BTG Pactual (BPAC11) divulgou sua lista de ações recomendadas para, a carteira para fevereiro, e os setores que se destacam são bancos e financeiro. Tanto é que os papéis destes segmentos possuem um peso total de 30% na carteira do banco de investimentos.
Dentro das recomendações entre bancos e financeiro estão ações como Itaú (ITUB4), Nubank (ROXO34) e Stone (STOC43) – a novata na carteira do BTG.
“A ação (Stone) está sendo negociada a um valuation atraente (P/L de 6,5x) e deve pagar dividendos consideráveis, ajudada pelos recursos da venda da Linx (o yield dos dividendos pode chegar a 25%). Os bancos estão com uma participação de 25%, mas decidimos aumentar o Nubank para 15% (de 10%) e reduzir o Itaú para 10% (de 15%)”, explicou o banco de investimentos.

Carteira para fevereiro: setor de serviços básicos também tem forte participação
Além disso, o setor de serviços básicos segue como um dos mais relevantes, com o BTG mantendo sua exposição alterada em 20%, mas aumentando o peso das geradoras, substituindo a Equatorial (EQTL3) pela Axia (AXIA3), enquanto mantém a Eneva (ENEV3).
“A Axia é a principal beneficiária do cenário atual de preços mais altos da energia. Após um longo período na carteira e um desempenho muito forte, decidimos remover taticamente a Rede D’Or (RDOR3). Para manter uma alta parcela da carteira em ações de qualidade com fluxo de caixa concentrado no longo prazo, estamos aumentando o peso da Localiza de 10% para 15%”, destaca outro trecho do relatório BTG.
Entre os demais destaques, dentre as empresas expostas ao dólar, o banco de investimentos decidiu remover a fabricante de aviões Embraer (EMBJ3), após o desempenho estelar das ações nos últimos anos e uma diferença de valuation muito menor em relação às suas principais concorrentes globais, e substituindo-a pela produtora de Petróleo & Gás Prio (PRIO3).
“Vemos esta última sendo negociada com um yield de geração de caixa de 19% para 2026 (usando o brent a US$ 62; a US$ 68, o yield é de 23%) e com alguns catalisadores de curto prazo. A produtora de ouro Aura (AURA33) permanece na carteira por mais um mês, mantendo nossa exposição ao dólar em aproximadamente 15%”, aponta o BTG.
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