A Vale (VALE3) adotou o padrão global para gestão de suas barragens de rejeitos, conforme documento encaminhado ao mercado.
De acordo com a petroleira, trata-se do Padrão Global da Indústria para a Gestão de Rejeitos (GISTM, na sigla em inglês).
Também traz que o GISTM foi lançado em 2020 a partir de uma iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, dos Princípios para o Investimento Responsável e do Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM), e é o primeiro padrão global do setor mineral, considerado um marco mundial para a segurança de barragens.
E acrescenta que das 50 estruturas de armazenamento de rejeitos (EARs) sob sua gestão, a Vale implementou o padrão global em 48 delas (35 da unidade de soluções de minério de ferro no Brasil e 13 do negócio de metais para transição energética).
Vale (VALE3): GISTM
No documento, a mineradora ressaltou que as outras duas estruturas restantes possuem classificação de consequência mais baixa e estarão em conformidade com o padrão até agosto de 2025.
Em nota, disse ter cumprido seu compromisso de implementar o sistema para suas estruturas de armazenamento de rejeitos priorizadas.
“Continuaremos avançando com a incorporação das melhores práticas internacionais para que a Vale se torne uma empresa cada vez mais segura e sustentável”, comentou o CEO Eduardo Bartolomeo.
Balanço
Mais cedo a companhia divulgou se balanço corporativo.
A companhia reportou lucro líquido de operações continuadas atribuído a acionistas de US$ 892 milhões no 2TRI23, frente os R$ 4 bilhões do segundo trimestre de 2022. Trata-se de queda anual de 78%.
Já a receita líquida de vendas alcançou R$ 9,6 bilhões contra os R$ 11 bilhões do primeiro trimestre de 2022.
O Ebitda ajustado das operações continuadas marcou R$ 3,8 bilhões contra os R$ 5,2 bilhões do segundo trimestre de 2022.
Bolsa
A ação VALE3 encerrou o dia 27 de julho de 2023 cotada em R$ 70,42.

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