A Smart Fit (SMFT3) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com resultados recordes em praticamente todas as suas principais métricas financeiras e operacionais, confirmando sua posição de liderança no setor de academias na América Latina.
A receita líquida superou pela primeira vez a marca de R$ 2 bilhões em um único trimestre, totalizando R$ 2,1 bilhões — crescimento de 25% em relação ao mesmo período de 2025.
O desempenho foi puxado pelo avanço de 20% na receita das academias próprias da marca Smart Fit e pelo forte crescimento do segmento “Outras”, que incluiu royalties de franquias, TotalPass e outras marcas operadas pela companhia, e dobrou de tamanho na comparação anual, passando a representar 9% da receita total.
Ebitda
O Ebitda ajustado atingiu R$ 672 milhões, alta de 29% sobre o mesmo período do ano anterior, com margem de 32%. A geração de caixa operacional somou R$ 635 milhões, com conversão de 95% sobre o Ebitda. O lucro líquido recorrente cresceu 47%, chegando a R$ 207 milhões, com margem líquida de 9,8%.
No campo operacional, a empresa encerrou o trimestre com 2.113 academias em 16 países, expansão de 20% em 12 meses — um recorde histórico de 354 unidades adicionadas nesse intervalo.
Entre os destaques do período, a Smart Fit atingiu a marca de mil academias no Brasil, tornando-se a primeira rede do país a alcançar esse patamar considerando todas as marcas do grupo.
Clientes
A base de clientes chegou a 5,6 milhões de membros em academias, crescimento de 6% ante o primeiro trimestre de 2025. O TotalPass Brasil ultrapassou 34 mil academias parceiras e 2 mil cidades, enquanto o TotalPass México chegou a mais de 9 mil unidades credenciadas. Juntos, os dois agregadores somaram 2,1 milhões de usuários ativos.
A companhia reafirmou o guidance de abertura de 330 a 350 novas unidades em 2026, sustentada pela solidez financeira, pela maturação consistente das academias abertas nos últimos anos e pela demanda crescente no setor fitness.
Ao final do trimestre, a dívida líquida ajustada era de R$ 4,2 bilhões, com alavancagem de 1,71 vezes o EBITDA dos últimos 12 meses — índice considerado saudável pela gestão.






