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Ser Educacional lucra R$ 75,9 milhões no 1ºTRI, alta de 74%

Ser Educacional lucra R$ 75,9 milhões no 1ºTRI, alta de 74%

Segundo o balanço da companhia, o desempenho foi impulsionado pelo avanço da receita, expansão das margens operacionais e melhora da geração de caixa

A Ser Educacional (SEER3) registrou lucro líquido de R$ 75,9 milhões no primeiro trimestre de 2026, resultado que representa um crescimento de 74% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo o balanço da companhia, o desempenho foi impulsionado pelo avanço da receita, expansão das margens operacionais e melhora da geração de caixa.

O lucro líquido ajustado somou R$ 81,9 milhões entre janeiro e março, alta de 58,1% na comparação anual. A margem líquida ajustada avançou de 9,6% para 14%, crescimento de 4,4 pontos percentuais.

A receita líquida da companhia alcançou R$ 583,8 milhões no trimestre, avanço de 8,1% frente ao primeiro trimestre de 2025.

Segundo os dados divulgados pela empresa, a base de alunos de graduação presencial também apresentou expansão, atingindo 196,8 mil estudantes, crescimento de 6,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Margens avançam

O Ebitda da Ser Educacional totalizou R$ 192,1 milhões no trimestre, alta de 12,8% na comparação anual.

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Com isso, a margem Ebitda subiu de 31,5% para 32,9%, avanço de 1,4 ponto percentual.

Já o Ebitda ajustado atingiu R$ 158,2 milhões, crescimento de 10,1% em relação ao primeiro trimestre de 2025. A margem Ebitda ajustada avançou 0,5 ponto percentual, passando de 26,6% para 27,1%.

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A companhia também apresentou melhora relevante na geração operacional de caixa líquida pós-CAPEX, que somou R$ 109,6 milhões, alta de 45,2% na comparação anual.

O indicador de conversão de caixa medido pela relação entre geração operacional de caixa pós-CAPEX e Ebitda ajustado avançou de 52,6% para 69,3%.

Alavancagem recua

No campo financeiro, a Ser Educacional encerrou março de 2026 com dívida líquida de R$ 428 milhões, redução de 35,4% frente ao mesmo período do ano anterior.

A relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado dos últimos 12 meses caiu de 1,35 vez para 0,75 vez, refletindo a melhora operacional e a maior geração de caixa da companhia.

Os números indicam continuidade do processo de fortalecimento financeiro da empresa, em meio ao avanço da rentabilidade e da eficiência operacional.