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Mudança na carteira Santander para fevereiro; Eneva aumenta peso

Mudança na carteira Santander para fevereiro; Eneva aumenta peso

Cyrela (CYRE3) tem seu peso reduzido em 1 ponto percentual (p.p.), ao passo que Eneva (ENEV3) aumenta em 1p.p.

A carteira para fevereiro do banco Santander (SANB11) tem uma mudança para o mês. Cyrela (CYRE3) tem seu peso reduzido em 1 ponto percentual (p.p.), ao passo que Eneva (ENEV3) aumenta em 1p.p. As demais ações estão com suas respectivas participações mantidas.

Recentemente, os analistas atualizaram o modelo da Eneva, elevando o preço-alvo para R$ 27,30 (vs. R$ 25,40 anteriormente), e reiterando a recomendação de “compra” – inclusive mantendo-a como Top Pick do setor de Energia Elétrica & Saneamento Básico.

Segundo o relatório, mudanças foram sutis, uma vez que a atualização realizada em dezembro de 2025 já incorporava: expectativas para os resultados do leilão de março de 2026; um despacho térmico médio de longo prazo de 15%, remunerado a R$ 450/MWh ; preços de energia de longo prazo de R$ 200/MWh; premissas revisadas para exportações de energia e despacho térmico fora da ordem de mérito; e projeções macro atualizadas.

“Esperamos um ano de transformação pela frente, já que as diretrizes do leilão de capacidade favorecem os ativos eficientes da empresa e abrem oportunidades significativas para o mês de março, em nossa opinião. Embora o mercado já tenha começado a precificar parte desse potencial de crescimento, continuamos a ver uma criação de valor substancial que ainda não está refletida nas ações, principalmente porque esperamos que o governo adote uma postura conservadora para mitigar os riscos de apagões e estabeleça um preço-teto elevado para o leilão”, diz trecho do relatório.

O documento avisa ainda que a Eneva possa gerar aproximadamente R$ 9,2 bilhões apenas com seu pipeline de expansão e projetos paralisados, além de um aumento significativo nas receitas fixas de seus ativos operacionais.

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Carteira para fevereiro: apesar de redução, Cyrela ainda é top pick em construção

Apesar dessa alteração, a Cyrela continua sendo a top pick para o Santander no setor de construção. Apesar de todas as preocupações associadas a uma desaceleração no mercado imobiliário de média e alta renda, o banco acredita que os níveis de valuation da construtora já incorporam um cenário desafiador de juros altos, apesar de um sólido momento de lucro.

“A diversificação geográfica e de receita da Cyrela tende a deixar a empresa mais protegida contra a deterioração em mercados e segmentos específicos, a nosso ver. Como referência, a participação dos empreendimentos de alto padrão nos lançamentos da Cyrela tem oscilado entre 70-30% desde 2010, de acordo com diferentes ciclos de mercado”, relata o documento.

Entre as participantes da carteira, Petrobras (PETR3) foi o principal destaque de janeiro, com alta acumulada de 24,95%. Enquanto isso, a relação de ações em si, ficou praticamente em linha com o aumento do Ibovespa: 13,20% ante 13,28% do principal índice nacional.

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