“2025 foi um ano transformacional para a Motiva (MOTV3)”, afirmam os analistas do BTG Pactual em um relatório enviado a clientes neste domingo (22), destacando o reposicionamento do portfólio com saída da Barcas, resolução da MSVia e alienação da plataforma de aeroportos.
“Vemos a Motiva combinando alocação de capital acretiva na margem com execução operacional consistente — uma combinação especialmente poderosa em infraestrutura”, relataram os analistas Lucas Marquiori, Fernanda Recchia e Samuel Alkmim.
O banco refez as projeções após incorporar os resultados do quarto trimestre de 2025, com expectativas receita de R$ 16,4 bilhões em 2026 e R$ 15,8 bilhões em 2027, com EBITDA de R$ 10,7 bilhões e R$ 10,6 bilhões, respectivamente.
O preço-alvo foi elevado para R$ 20 por ação, ante R$ 17 anteriormente, com potencial de valorização de 22% em relação aos níveis atuais. A recomendação de compra foi reiterada.
“Vemos uma empresa mais enxuta e focada — embora com valor adicional ainda a ser capturado da otimização contínua do portfólio — demonstrando disciplina acima da média na alocação de capital ao lado de execução operacional consistente”, destacam Marquiori, Recchia e Alkmim.
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Execução e alocação de capital
O relatório enfatiza que a Motiva passou por reestruturação profunda nos últimos anos, com mudanças no nível acionário e adição de novos executivos seniores.
“Gostamos da combinação de se tornar uma empresa de infraestrutura mais pura, com governança aprimorada, disciplina de capital mais forte e visibilidade de execução aprimorada”, afirma o BTG.
Segundo calcula o banco, a ação negocia a um IRR real de 11%, com espaço para compressão de prêmios em relação aos títulos do governo.
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