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Magazine Luiza amarga prejuízo de R$ 55,2 milhões no 1ºTRI

Magazine Luiza amarga prejuízo de R$ 55,2 milhões no 1ºTRI

O Ebitda da companhia recuou 10%, ao registrar R$ 685 milhões contra R$ 761 milhões dos três primeiros meses de 2025

O Magazine Luiza (MGLU3) amarga um prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre do ano, revertendo o lucro líquido obtido no mesmo período do ano passado, que havia sido de R$ 12,8 milhões.

O Ebitda da companhia recuou 10%, ao registrar R$ 685 milhões contra R$ 761 milhões dos três primeiros meses de 2025. A margem Ebitda ficou praticamente estável, registrando 7,4% contra 8,1% do mesmo período de 2025.

A receita líquida caiu 2%. Nos primeiros três meses deste ano, a varejista obteve R$ 9,205 bilhões. No mesmo período do ano passado, havia sido de R$ 9,389 bilhões.

Desempenho operacional

O Magazine Luiza encerrou o primeiro trimestre de 2026 com uma base de 1.245 lojas em operação, sendo 1.015 unidades convencionais e 230 lojas virtuais. Nos últimos 12 meses, a companhia fechou uma loja física e inaugurou a Galeria Magalu, em São Paulo.

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Com cerca de 4 mil metros quadrados, o novo espaço reúne as cinco marcas do grupo — Magalu, KaBuM!, Netshoes, Época Cosméticos e Estante Virtual — em um ambiente voltado à experimentação e entretenimento, reforçando a estratégia multicanal da companhia.

Segundo a empresa, aproximadamente 11% da base total de lojas ainda se encontra em fase de maturação operacional.

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No trimestre, as vendas à vista mantiveram participação de 36% no total comercializado, sustentadas principalmente pela consolidação do PIX como um dos principais meios de pagamento dentro do ecossistema da companhia.

O Magazine Luiza destacou desempenho robusto do PIX em operações como KaBuM!, Netshoes e na própria plataforma Magalu, apontando que a maior adesão ao pagamento instantâneo ajuda a reduzir os impactos dos juros elevados sobre o consumo.

Já os meios de pagamento próprios da companhia, incluindo Cartões Luizacred, MagaluPay e CDC, responderam por 18% das transações realizadas no período.

De acordo com a varejista, o CDC continuou se destacando como uma importante ferramenta para ampliar o acesso ao crédito, preservando o poder de compra dos consumidores de forma considerada sustentável e rentável.

As despesas com vendas totalizaram R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre, equivalente a 18,5% da receita líquida. O indicador apresentou melhora de 0,2 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025.