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Itaúsa anuncia R$ 1,55 bilhão em JCP aos acionistas

Itaúsa anuncia R$ 1,55 bilhão em JCP aos acionistas

Após a incidência de 17,5% de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), o montante líquido a ser distribuído será de aproximadamente R$ 1,276 bilhão

A Itaúsa (ITSA4) informou nesta segunda-feira que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 1,547 bilhão aos acionistas da companhia.

De acordo com o comunicado divulgado ao mercado, o valor corresponde a R$ 0,138 por ação. Após a incidência de 17,5% de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), o montante líquido a ser distribuído será de aproximadamente R$ 1,276 bilhão, equivalente a R$ 0,11385 por ação.

A retenção do imposto não se aplica aos acionistas pessoas jurídicas que comprovadamente possuam condição de imunidade ou isenção tributária, conforme previsto na legislação vigente.

Data-base em dia 18

Os juros sobre capital próprio anunciados pela Itaúsa são referentes ao exercício social de 2026. Terão direito ao provento os investidores que estiverem posicionados na base acionária da companhia ao final do pregão do dia 18 de junho de 2026.

Após essa data, as ações passarão a ser negociadas “ex-direitos”, ou seja, sem direito ao recebimento do provento anunciado.

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Segundo a holding, o pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado até o dia 31 de agosto de 2026.

A Itaúsa encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido recorrente de R$ 4,5 bilhões, resultado 17% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. A holding, que controla o Itaú Unibanco e possui participações em empresas de diferentes setores, também apresentou melhora nos indicadores de rentabilidade.

De acordo com o balanço divulgado pela companhia, o retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio (ROE) alcançou 20,1% entre janeiro e março deste ano, acima dos 17,4% observados no primeiro trimestre de 2025. Já o lucro líquido contábil somou R$ 4,41 bilhões, frente aos R$ 3,88 bilhões registrados um ano antes.

A companhia atribuiu o desempenho positivo principalmente à evolução dos resultados do Itaú Unibanco, além do avanço das empresas investidas fora do setor financeiro. Segundo a holding, os negócios não financeiros tiveram crescimento expressivo no período.