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IRB firma termo de arbitragem em processo envolvendo Previ e ex-diretores

IRB firma termo de arbitragem em processo envolvendo Previ e ex-diretores

O IRB (IRBR3) assinou um termo de arbitragem com o Previ e José Carlos Cardoso, ex-presidente do IRB, e o ex-diretor Fernando Passos

O IRB (IRBR3) assinou um termo de arbitragem com o fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil (BBAS3) – Previ e José Carlos Cardoso, ex-presidente do IRB, e Fernando Passos, ex-vice-presidente executivo de finanças e relações com investidores da empresa.

No caso do IRBR3, o termo de arbitragem formaliza o início do procedimento para discutir a desvalorização das ações da companhia e as possíveis responsabilidades das partes envolvidas.

O foco principal da arbitragem envolve a desvalorização expressiva das ações do IRB desde fevereiro de 2020. O movimento negativo teria sido impulsionado, segundo alegações, pela divulgação de informações supostamente falsas nas demonstrações financeiras e na base acionária da companhia.  

Ações do IRBR3 sofreram desvalorização intensa em 2020

Essa queda no valor das ações do IRB gerou repercussões entre investidores e levou a diversas disputas judiciais e arbitrais, incluindo a presente, que visa apurar responsabilidades e eventuais reparações financeiras.  

A companhia destacou que continua comprometida em cumprir rigorosamente os procedimentos regulatórios e mantém o mercado informado sobre quaisquer desenvolvimentos significativos relacionados ao caso.

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O IRB informou, em 2023, que estava sendo alvo de processo arbitral, cujo valor de indenização chega a R$ 10 milhões, conforme requerido por 155 gestoras que integram a causa.

Na prática, o movimento diz respeito a acionistas que foram prejudicados pela queda acentuada das ações do ressegurador após fraude corporativa por parte de ex-executivos.

Dentre os relacionados no processo há fundos de investimentos, dentre outros, cujo pedido de arbitragem contra a empresa discorre sobre desvalorização de ações a partir de 2 de fevereiro de 2020. A data coincide com a revelação do escândalo na companhia.

CVM concluiu processo em agosto

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) concluiu, em agosto do ano passado, seu principal processo sobre o escândalo de fraude contábil envolvendo a resseguradora, que abalou o mercado financeiro pouco antes da pandemia.

Segundo matéria da coluna Capital, do jornal O Globo, divulgou na ocasião, a investigação, que teve início em maio de 2023, resultou em acusações formais contra 11 ex-diretores e conselheiros da resseguradora, em um processo sancionador que agora segue para julgamento.

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