O grupo Hapvida (HAPV3), uma das maiores empresas do setor de saúde do Brasil, reportou um prejuízo líquido de R$ 161,1 milhões no segundo trimestre de 2023, queda de 48,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o prejuízo ficou em R$ 312,3 milhões. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (9), após o fechamento do mercado de capitais.

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A empresa registrou alta de 12,4% na receita líquida, com R$ 6,839 bilhões, ante R$ 6,083 bilhões no 2TRI22. O Ebitda ajustado também melhorou, em R$ 606,2 milhões, valor 4,1% mais alto que no ano passado, de R$ 582,3 milhões.
A alta na receita líquida foi puxada pelo aumento de 14,8% na venda de planos de saúde, num total de R$ 6,6 bilhões. O grupo registrou ainda um crescimento de 1,2% no número de beneficiários em planos, de 8,9 milhões para 9 milhões, e de 12,17% no tíquete médio mensal consolidado, que saltou de R$ 218,40 para R$245,00.
No campo das despesas, o destaque foi para o aumento de 14,9% no custo médico-hospitalar, de R$ 4,400 bilhões para R$ 5.055 bilhões no 2TRI23. A empresa reforçou a verba de Provisões para riscos cíveis, trabalhista e tributário em 192,7%, de R$ 31,3 milhões para R$ 91,5 milhões.
No texto que acompanhou os resultados, a Hapvida (HAPV3) destacou o aumento da renda líquida e também o aumento da sinistralidade em patamar inferior à sazonalidade histórica. “Esse resultado reflete a estratégia de recomposição de tickets e implementação das iniciativas de integração e verticalização”, afirmou a empresa, que ainda organiza sua fusão com o GNDI (Grupo Notre Dame Intermédica), adquirido no ano passado.






