A Eletrobras (ELET6) lançou um token lastreado em créditos judiciais de empréstimos compulsórios em blockchain. O ativo pode ser adquirido a partir de R$ 1.
Trata-se do FTCEC-01 e o movimento se deu em parceria com a Foxbit, corretora de criptomoedas brasileira que tem uma divisão de tokenização.
De maneira técnica, pode-se dizer que um token é apenas outro nome para “criptomoeda” ou “criptoativo”.
Na prática, são ativos digitais executados sobre o blockchain de outras criptomoedas, tal como muitos tokens de finanças descentralizadas (ou DeFi).
Eles são utilizados para ajudar a possibilitar as trocas descentralizadas, bem como vender itens raros em videojogos. Mas todos podem ser transacionados ou detidos como qualquer outra criptomoeda.
Vale lembrar que a Eletrobras foi privatizada na metade do ano passado por R$ 96,6 bilhões e está, agora, na mira do novo governo que contesta seu processo de desestatização.

Eletrobras (ELET3)
A pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Advocacia Geral da União (AGU) vai entrar na Justiça contra cláusulas do processo de privatização da companhia.
Para Lula, o movimento se deu de forma “leonina”. Ele citou a trava para reestatização da empresa que exige o pagamento do triplo da maior cotação do papel alcançada em dois anos para fazer uma oferta pelas ações ordinárias.
No dia 15 de fevereiro de 2023 o banco de investimentos UBS BB reforçou sua recomendação de compra para Eletrobras PNB (ELET6), com preço-alvo a R$ 70.
Para a instituição, as ações da empresa devem continuar a ser pressionadas no curto prazo pelos rumores envolvendo uma possível reestatização, mas banco acredita que isso não deve se concretizar.
Ibovespa
A ação ELE6 encerrou o dia 24 de fevereiro de 2023 cotada em R$ 36,19. O BTG Pactual (BPAC11), por sua vez, recomenda Compra com preço-alvo em R$ 66.
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