A Copasa (CSMG3) atualizou o mercado sobre o processo de privatização, conforme documento encaminhado ao mercado.
Trata-se da Companhia de Saneamento de MG, que informou que o governo mineiro enviou projeto à Assembleia Legislativa para agilizar o referido processo, inclusive acerca de outras estatais.
De acordo com o documento, o projeto prevê alteração de quórum, de três quintos para maioria simples dos deputados, na aprovação de lei que autoriza alteração em estrutura societária.
Também traz que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) também desobriga o Estado de realizar um referendo sobre desestatizações.
“A PEC provoca o alinhamento da legislação mineira ao que prevê a Constituição Federal para privatizações. Para fazer esse ajuste, o projeto retoma a necessidade de quórum simples para aprovação de lei que autoriza alteração em estrutura societária ou cisão de sociedade de economia mista e de empresa pública. Hoje, é necessário que três quintos dos deputados votem a favor das alterações. Além disso, a PEC desobriga o Estado de realizar um referendo, uma espécie de consulta à população sobre desestatizações”, destacou.
Copasa (CSMG3): 2TRI23
Vale lembrar que a Copasa registrou lucro líquido de R$ 249,3 milhões no segundo trimestre de 2023 (2T23), alta de 38,2% na base anual.
De acordo com o balanço, o Ebitda (lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado totalizou R$ 647,8 milhões no período, alta de 31,6% na base anual.
Também traz que a margem Ebitda ajustada atingiu 40,4% entre abril e junho deste ano, alta de 4,8 pontos percentuais (p.p.) frente a margem registrada em 2T22.
E acrescenta que a receita líquida somou R$ 1,57 bilhão no período, alta de 17,6% na base anual.
Já os custos e despesas totalizaram R$ 1,22 bilhão no período. Desconsiderando os R$ 115,1 milhões provisionados para o PDVI, a elevação dos custos e despesas totais foi de 10,1%.
Bolsa
A ação CSMG3 encerrou o dia 21 de agosto cotada em R$ 19,09.







