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Caixa Seguridade entra e Cury ganha espaço na carteira do BTG

Caixa Seguridade entra e Cury ganha espaço na carteira do BTG

Sai a Vibra e reduz as posições em Allos e Motiva. Com isso, o banco abre espaço para inclusão de Caixa Seguridade e aumento da exposição em Cury

O banco BTG Pactual (BPAC11) divulgou sua carteira de dividendos para o mês de junho com algumas alterações. Sai a Vibra (VBBR3) e reduz as posições em Allos (ALOS3) e Motiva (MOTV3). Com isso, o banco de investimentos abre espaço para inclusão de Caixa Seguridade (CXSE3) e aumento da exposição em Cury (CURY3).

Sobre a Caixa Seguridade, o BTG explicou que prefere investir no setor de seguros por meio desta ação. O relatório explica que o momento operacional da CXSE segue superior ao do principal concorrente, enquanto o perfil de fluxo de caixa de maior prazo da carteira de seguros oferece maior previsibilidade e resiliência de resultados, algo que deve continuar sendo um diferencial importante no ambiente atual.

“Assim, para investidores buscando exposição a um nome financeiro mais defensivo, seguimos vendo a CXSE como o melhor perfil de ‘carrego’ dentro do setor. Negociando a 11,1x P/L 2026, com dividend yield de 8,2%”, explicou parte do relatório.

Minha Casa Minha Vida impulsiona Cury

Sobre Cury, a escolha desta ação é impulsionada pelo programa Minha Casa Minha Vida, que foi apoiado por mudanças recentes nas condições do programa (ou seja, preços máximos de moradia, elegibilidade de renda em todas as faixas, taxas de juros), que permitiram ganhos de acessibilidade em todas as faixas e um mercado potencial maior para moradias de baixa renda.

“Além disso, a Cury tem apresentado uma execução impecável no segmento nos últimos anos (velocidade de vendas robusta, margens elevadas e retornos elevados), o que deve se traduzir em um sólido crescimento dos lucros em 2026 (projetamos um crescimento do LPA de cerca de 35% a/a neste ano), juntamente com uma forte geração de caixa (e um bom Dividend yield estimado de 8%)”, explicou o BTG.

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Em maio, a carteira de dividendos apresentou uma performance de -8,3%, contra -7,6% do IDIV e -7,2% do Ibovespa. Desde o dia 8 de novembro de 2019, a carteira acumula uma rentabilidade de 148,0%, contra 97,2% do IDIV e 61,5% do IBOV.

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